Valeries – Banda londrinense inicia mini turnê nos EUA

A banda londrinense de rock Valeries inicia nesta segunda-feira (05) uma mini-turnê pela Costa Oeste dos Estados Unidos. O começo do ‘giro’ será em uma casa de shows na região do Brooklyn, em Nova Iorque. A banda, que até o momento não havia tocado ao vivo em Londrina, terá pelo menos mais 5 shows agendados até o dia 20 de dezembro.

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Guilherme Hoewell e Gabriel Pellegrino durante gravação em Londrina – Foto: Divulgação

A banda londrinense é formada pelos músicos Pedro Portello (baixo), Gabriel Pellegrino (Bateria) e Guilherme Hoewell (Vocal e guitarra).  O grupo teve início como um projeto paralelo de Guilherme (Que também é guitarrista da londrinense Vulgar Gods). “Eu sempre escrevi minhas músicas já há algum tempo… Como todo mundo da banda tem outros projetos e bandas, eu sentia que tinha um material que não ‘caberia’ no Vulgar, ai, decidi que iria terminar as músicas e registrar em um estúdio daqui”, contou Guilherme. O material foi gravado entre novembro e fevereiro de 2016 no estúdio Toque Grave, em Londrina, com produção de Marco Aurélio.


De acordo com Guilherme, a mini-turnê foi viabilizada quase que acidentalmente, devido em partes a uma súbita diminuição no preço das passagens, e que, possibilitou a ida do grupo para os EUA. O interesse também veio a partir de várias influências que o grupo carrega no repertório “Na verdade é uma coisa que sempre tivemos interesse (Tocar fora) nós cantamos em inglês, e, eu queria ver como era a reação da galera lá fora, entendendo a letra de primeira… Mandamos as demos pela internet, vendo lugares que poderia haver show e mandava os contatos… Como lá os caras nem conversam muito sobre cover, quase o oposto do que é aqui, aceitaram sem muito problema, foi até meio surpreendente”, contou Guilherme. Segundo ele, ferramentas digitais, como o site indieonthemove.com ajudaram a fazer contato com produtores e buscar casas onde poderiam tocar.

Guilherme Hoewell e Gabriel Pellegrino do Valeries. Datas de shows seguem até o dia 20 de dezembro - Foto: César Segundinho
Gabriel Pellegrino e Guilherme Hoewell do Valeries. Datas de shows seguem até o dia 20 de dezembro – Foto: César Segundinho

Devido a questões de logística, a banda não embarcou integralmente na turnê. O baixista Pedro Portello não pode ir na viagem e, no lugar, dele, a banda buscou um músico contratado para realizar as datas. “Colocamos um anúncio na internet, e logo de cara um músico respondeu. Ele foi meio que um dos caras que foi mais direto, e nem se preocupou com grana. Fizemos até algumas demos (De outras faixas) ainda pra poder mandar pra ele e assim, ele poder praticar as músicas para o show”, contou Guilherme Hoewell. A princípio o grupo busca divulgação além de testar as faixas ao vivo, como a grande maioria dos shows apenas remunera proporcionalmente ao público presente, ganhos (Financeiros) ainda são incertos para a banda nesta primeira tour. Mais datas devem ser agendadas até janeiro, quando a banda ainda estará nos EUA.


INFORMAÇÕES
Para datas e informações sobre o Valeries acompanhe o site da banda http://www.valeriesbrazil.com/

Valeries – Banda londrinense de rock inicia turnê nos Estados Unidos

A banda londrinense de rock Valeries inicia nesta segunda-feira (05) uma mini turnê pela região da Costa Leste dos Estados Unidos. O primeiro show do giro acontece em uma casa de shows na região do Brooklyn, em Nova Iorque. Além da estreia, serão pelo menos mais 5 shows até o próximo dia 20 de dezembro. A banda, que nunca havia tocado ao vivo até então, atualmente busca novas datas para se apresentar em locais próximos. A previsão da turnê é seguir até meados de janeiro.

Banda londrinense de rock inicia turnê nos Estados Unidos
Guilherme Hoewell (Do lado direito) e Gabriel Pellegrino durante ensaio do Valeries – Foto: Divulgação

De sonoridade enérgica, e com influências como o rock alternativo dos anos 90, a banda divulgou algumas faixas pela internet a partir da metade desde ano em canais como o Soundcloud  O trio foi formado como um projeto paralelo pelo músico Guilherme Hoewell, que também é integrante do quinteto londrinense Vulgar Gods. Completam o time os músicos Pedro Portello (Baixo), e Gabriel Pellegrino (Bateria) – que também toca com Guilherme no Vulgar Gods. “Eu sempre escrevi minhas músicas, e escrevia material também com o vulgar,como todo mundo na banda tinha já outros projetos, eu sentia que era um material que talvez não caberia no vulgar…Escrevi que iria terminar as faixas e registrar em um estúdio aqui na cidade mesmo”, contou Guilherme em entrevista ao Rubrosom. De acordo com o músico, as faixas foram registradas entre novembro e fevereiro – 2015/2016, com produção e mixagem de Marco Aurélio (Toque Grave).

A vontade de tocar e divulgar o trabalho no exterior, segundo Guilherme foi um processo natural, em grande parte, influenciado pelas referências da banda que, em sua maioria, são de nomes oriundos dos Estados Unidos. A viagem, foi também possibilitada quase que por acidente; Uma súbita queda no preço de passagens, assim como, a boa receptividade de alguns donos de casas e espaços no país de Obama, possibilitaram a realização da ‘mini tour’ da banda. “O som que a gente ouve, a maioria das bandas, vem de fora, e eu queria ver como era a reação do público em outro país… Nós cantamos em inglês e seria interessante ver o público entendendo a letra de primeira. Após termos gravado o material, fomos mandando as demos pela internet… Foi meio surpreendente, lá quase ninguém conversa muito sobre cover (Quase o oposto do que acontece aqui)”, contou Guilherme. Segundo Guilherme, ferramentas digitais como o site indieonthemove.com, possibilitaram ao grupo agendar shows, e também, fazer contato com espaços que poderiam ter a ver com o tipo de som que fazem.

Gabriel Pellegrino e Guilherme Hoewell gravaram as faixas com o músico Pedro Portello em Londrina - Foto: Cesar Segundinho
Gabriel Pellegrino e Guilherme Hoewell gravaram as faixas com o músico Pedro Portello em Londrina – Foto: Cesar Segundinho

Devido a questões de custos e logística, não foi possível à banda completa embarcar na turnê. O baixista Pedro Portello, quem gravou o material de estúdio nas sessões em Londrina, não está participando da turnê e, ao invés dele, a banda contará com um baixista contratado para os shows nos Estados Unidos. “Achamos uma pessoa pela internet, para nos ajudar com os shows por lá… Soltamos um anúncio na internet e foi bem rápido pra acharmos alguém. Fizemos ainda algumas gravações demo, para enviar para ele, assim, ele poderia aprender as músicas por lá para os ensaios… Ele foi um dos mais diretos, nem mesmo chegou a tocar em assuntos sobre pagamento e questões assim”, conta o guitarrista. A princípio, não há expectativas de ganhos (financeiros) porque a maioria dos lugares remunera as bandas, com base no número de pessoas pagantes “Alguns lugares nem tem equipamento de som completo, há uma cota para pagamento da estrutura e, a partir de um certo número de pessoas, recebemos”. De acordo com o músico, a ideia é testar as canções e ver sobre a recepção do público.


Informações
Todas as datas e novidades sobre a banda podem ser vistas na página do grupo e também pelo site ValeriesBrasil.com

Banda Elemento Principal faz show gratuito em Londrina neste sábado

Além do Festival Demo Sul, outra apresentação musical de peso estará acontecendo neste sábado em Londrina; A banda de rock/rap Elemento Principal, de Paranavaí, fará uma apresentação gratuita na pista de skate do Centro de Artes e Esportes Unificados em Londrina (rua Ângelo Gaiotto, s/n, no Jardim Santa Rita I, região oeste) como parte do Projeto Música na Pista. O evento inicia por volta das 16h, e conta com apoio do Prêmio Arte Paraná e da Secretaria Municipal de Cultura de Londrina. A entrada é gratuita.

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A banda – Com uma proposta de cruzar gêneros, com influências como HIP HOP, Reggae, Rock e MPB, suas composições falam sobre o cotidiano, a situação do país, sobre a paz e o respeito, com uma fusão rítmica definida pelo próprio grupo como “Rap Pauleira”. Em 2014, a banda Elemento Principal foi escolhida como uma das 24 melhores de um total de 1218 inscritas no WebFestValda, o que garantiu ao grupo o direito de participar da final no Circo Voador, um dos espaços culturais mais célebres do Rio de Janeiro.

Graças ao projeto Música na Pista, a banda está atualmente realizando uma turnê que percorre sete cidades do Paraná. O projeto desenvolvido pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná com apoio do Sesc/Paraná tem como objetivo divulgar novos talentos e a cultura paranaense. “Será mais uma experiência para a banda que tem conquistado seu espaço com muita atitude nas letras e na musicalidade”, disse o baixista Fernando Bana (Veja entrevista completa AQUI)

Com um EP lançado em 2014, a banda se prepara para lançar seu primeiro disco gravado e mixado no estúdio Datribo em São Paulo, com o produtor Ciero e masterizado por Alan Douches no West West Side Music Studio, nos Estados Unidos. A Elemento Principal participou de duas edições do “Webfestvalda”, no Rio de Janeiro: em 2014 no Circo Voador, ficando entre os 12 finalistas daquela edição. Em 2015 na Fundição Progresso, foi selecionada para compor a música tema do festival.


SERVIÇO
Projeto Música na Pista – Com show da banda Elemento Principal
Quando:
Sábado (12) ás 16h
Onde: 
Centro de Artes e Esportes Unificados em Londrina (rua Ângelo Gaiotto, s/n, no Jardim Santa Rita)
Entrada Gratuita

Cemitério sem coveiro – Evento reúne música autoral e exposições

Acontece neste sábado a primeira edição do evento ‘Cemitério Sem Coveiro’  no Cemitério de Automóveis em Londrina. O tradicional espaço receberá o evento com uma programação dedicada à música autoral, e também, exposições artísticas. Quatro bandas autorais de Londrina sobem ao palco: Gabriel Souza e Harmônica Trio, Loladéli (Que neste ano lançou seu primeiro EP ‘Caravan), Crappy Jazz e Logomaquia, esta última a idealizadora e organizadora do evento. A pluralidade de estilos é um dos ‘motes’ do evento, com estilos indo desde o rock mais enérgico até o blues e outros.

Cemitério sem coveiro - Evento reúne música autoral e exposições
Loladéli é uma das bandas que se apresenta no evento – Da esquerda para a direita: Pedro Dutra (bateria), Cristiano Ramos (vocal/guitarra), Victor Polizel (baixo) – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

Além das apresentações musicais, no evento haverá exposições artísticas de Brayan Thompson, Larissa Oliveira e Marcos da Mata, bem como o lançamento do livro “Entre Anjos e Flores”, de Leandro Benevides (Veja mais sobre AQUI), além da presença de Edra Moraes, que estará autografando seu livro de poesia “Para Ler Enquanto Escolhe Feijão”.

O trio Logomaquia encabeça a programação musical da noite - Foto: Cemitério de Automóveis
O trio Logomaquia encabeça a programação musical da noite – Foto: Cemitério de Automóveis

O objetivo principal aqui é dar espaço à mais setores culturais da cidade de divulgarem seus trabalhos e talentos para todos os admiradores que valorizam o desenvolvimento regional. “O evento teve duas iniciações: A primeira envolveu pessoas da UEL, tenho me envolvido bastante com a produção de eventos culturais, e a segunda teve a ver com o lançamento do nosso EP, que ao longo do processo virou algo maior (Agregando outras artes) e se tornando um evento musical e artístico. É um processo interessante, quando você vê que, de plateia, você virou atração… De repente me senti preparado para fazer um evento próprio, embora não tenhamos o EP pronto, permitiu que nos arriscássemos a fazer muita coisa” afirmou Gabriel Bacchiega da banda Logomaquia. Segundo ele, o EP completo da banda deve ser lançado até novembro.

Gabriel Souza & Harmonic trio leva seu blues autoral para o evento - Foto: Divulgação
Gabriel Souza & Harmonic trio leva seu blues autoral para o evento – Foto: Ane Conor

A arrecadação do evento será revertida para modernização do Cemitério de Automóveis, grande propagador desse tipo de eventos e projetos na nossa cidade. A vila conta com o apoio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PROMIC). A programação começa às 19h, com ingressos vendidos a partir R$ 10,00 pelos membros organizadores do evento e pelos representantes da banda.


SERVIÇO
Cemitério Sem Coveiro
Com bandas:
Crappy Jazz, Loladéli, Gabriel Souza & Harmonic Trio e Logomaquia
+ Exposições artísticas e lançamento de livros
Onde: Vila Cultural Cemitério de Automóveis (Rua João Pessoa, 103)
Quando: Sábado (08) a partir das 19h
Ingressos: R$ 10 (Antecipado)/R$ 15 2º lote

Sesi/AML apresenta Cristiano Crochemore e Blues Groovers

Uma das figuras mais notáveis do Rock´n Blues brasileiro da atualidade, Cristiano Crochemore vem ao Paraná para shows pelo Sesi em Londrina, Pato Branco e Curitiba. Ele lança seu novo disco, Playing Guitar Dudes. Em Londrina, a apresentação acontece no Centro Cultura Sesi/AML, no dia 06, às 20h, com ingressos gratuitos.

Sesi/AML apresenta Cristiano Crochemore e Blues Groovers
Neste show será acompanhado pela banda Blues Groovers, que conta em sua formação com Otávio Rocha (guitarrista da mais antiga banda de blues em atividade, Blues Etílicos), Hugo Perrota e Beto Werther (ambos integraram a Big Allambik, considerada uma das maiores bandas de blues brasileira) – Foto: Divulgação

Nascido em Porto Alegre e radicado no Rio de Janeiro desde 1986, Cristiano Crochemore apresenta em seu novo disco riffs, solos de guitarra e melodias marcantes, sempre trazendo o blues tocado com intensidade e verdade. Neste show será acompanhado pela banda Blues Groovers, que conta em sua formação com Otávio Rocha (guitarrista da mais antiga banda de blues em atividade, Blues Etílicos), Hugo Perrota e Beto Werther (ambos integraram a Big Allambik, considerada uma das maiores bandas de blues brasileira). “A cena de blues no Brasil tem apresentado um crescimento nos últimos anos, em quantidade de bandas, público e casas de show voltadas ao estilo, que recebem com frequência as grandes lendas do blues internacional. O Brasil sedia o maior Festival de Blues da América Latina – O Mississipi Delta Blues Festival em Caxias do Sul (RS) – e a receptividade do público ao estilo é notória”, conta Cristiano. “Pode-se justificar tal apreciação pela identificação de suas origens com a música brasileira: tanto o blues quanto o samba nasceram do lamento dos descendentes africanos, nas senzalas ou nos campos de algodão”, finaliza.

(Com informações da assessoria de imprensa)


Centro Cultural Sesi/AML apresenta “Cristiano Crochemore e Blues Groovers”
Data: 06 de outubro
Horário: 20h
Ingressos: gratuitos, com retirada uma hora no dia e local. Sujeito à lotação do espaço
Local: Centro Cultural Sesi/AML – Praça Primeiro de Maio, 130 – Londrina/PR
Classificação: Livre
Mais informações: (43) 3322-3231

Cadillac Dinossauros e Mescalha tocam no domingo

Neste fim de semana, duas bandas de música autoral, se apresentam na Vila Cultural Kinoarte em Londrina. O destaque Londrinense Mescalha toca ao lado do trio ponta-grossense de rock Cadillac Dinossauros. O som começa por volta das 16h. A entrada tem custo de R$ 10.

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Nome de destaque no estado, o Cadillac Dinossauros recentemente foi vencedor de alguns títulos emblemáticos para a música como, o DMX Awards New Talent e o FBI, Festival de Bandas Independentes. O grupo também tocou no Boulevard Olímpico durante as Paraolimpíadas no Rio de Janeiro (Encerradas no último domingo 18/09).

Em 2016, o grupo banda completa 10 anos de carreira e está prestes a lançar seu quarto álbum nos próximos meses, o “Preto Branco”, que foi gravado na Toca do Bandido no Rio de Janeiro. Quem comparecer ao show, poderá já conferir as novas músicas, que de acordo com o baixista da banda Hugo Alex, “tem letras fortes em questão de crítica social, indignação com país, indignação com a coisa toda que está estagnada, simples, direto”. Para a produção do CD, a banda pesquisou e se inspirou em bandas tanto atuais como o duo inglês Royal Blood, além de sonoridades clássicas como Black Sabbath.

Em um segundo momento, o evento continua no Oficina Bar, em frente á Chácara, com apresentações da banda londrinense Red Mess, do Electric Hermano Trio e discotecagem do Árido Groove. Presença de Food Trucks, além de uma Feira de Artes, também acontecem no local. Quem estiver pela Kinoarte terá desconto para entrar no Oficina, onde a programação começa por volta das 22h.


SERVIÇO
Kinoarte | 16:00 às 22:00 horas
CADILLAC DINOSSAUROS e MESCALHA
Discotecagem: Árido Groove
Food Trucks + Feira de Artes
Entrada: R$ 10
Line Up Oficina Bar | 22:00 até 01:30 horas
RED MESS + ELECTRIC HERMANO TRIO
Entrada: R$ 10 | R$ 5 com a pulseira da Kinoarte

Demo Sul irá premiar banda londrinense com videoclipe

E tem premiação em forma de clipes no festival Londrinense Demo Sul. Até o dia 10 de outubro, o público londrinense vai poder escolher qual das bandas locais escaladas para o Festival Demo Sul vai levar para casa um videoclipe assinado pela Clareira Filmes. A ação é uma iniciativa do Festival Demo Sul e da Clareira, que vão ofertar a “oficina de videoclipe” dentro da programação do Festival. O videoclipe em questão será produzido durante oficina e vai premiar uma das 14 bandas londrinenses escaladas para a 16ª edição do Demo Sul. A banda será escolhida pelo público, em votação online, AQUI.

Motorocker vem de Curitiba e traz toda a atmosfera do hard rock para o palco do Iate Clube. A banda, que ficou conhecida pelo título de “melhor cover de AC/DC de todo o mundo”, aposta desde 2004, quando lançou “Igreja Universal do Reino do Rock”, em um trabalho autoral que tem garantido shows lotados e muitos quilômetros rodados pelo Brasil - Foto: Divulgação
Motorocker, de Curitiba, é uma das bandas que tocará no palco do Iate Clube. A banda, que ficou conhecida pelo título de “melhor cover de AC/DC de todo o mundo”, aposta desde 2004, quando lançou “Igreja Universal do Reino do Rock”, em um trabalho autoral – Foto: Divulgação

Quem ministra a oficina esse ano é o diretor de cinema Anderson Craveiro, que já trabalhou na produção de clipes de bandas como Subtera, Rodrigo Garcia Lopez, Bruno Morais, entre outras. Além do trabalho musical, a Clareira também assina o “Rubras Mariposas”, filme indicado a prêmios em diversos Festivais de cinema no Brasil, México, Chile, Argentina, Espanha, Itália, Índia e Estados Unidos.

Para votar, o público precisa acessar o site do festival Demo Sul (demosulfestival.tumblr.com) e escolher qual banda, em sua opinião, merece levar o clipe para a casa. As concorrentes são: Abacate Contemporâneo, Convulsão, Etnyah, Hellpath, Imagery, Loladéli, Luke The Held and the Lucky Band, Montauk, Mucambo de Bantu, Octopus Trio, Red Mess, Sarara Criolo , The Greengrass Brothers e The Weird Family.

Já as inscrições para a oficina serão abertas no próximo mês, também no site do Demo Sul. A votação vai até o dia 10 de outubro.

(Com informações da Assessoria de Imprensa)


SERVIÇO

Festival Demo Sul
de 04 à 12 de novembro
(Mais informações em breve)
Site: http://demosulfestival.tumblr.com/

Palco Alma – Evento reúne bandas de rock de Londrina e SP

E teve rock autoral de qualidade marcando presença na segunda edição do Palco Alma ocorrida no último domingo (28) na Vila Cultural Alma Brasil. Em um dos finais de semana mais dedicado ao punk rock na cidade em tempos – Na última quinta e sexta, o lendário Richie Ramone (Ex-Ramones) já havia feito dois shows concorridos na cidade – o evento do domingo contou com o som enérgico da banda paulistana Water Rats que fechou a noite de forma enérgica após boas performances do hard rock do Turbö e do pós-punk do Mhorula.

Evento começou por volta das 16h e seguiu até perto das 22h - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.
Evento começou por volta das 16h e seguiu até perto das 22h – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.

Tudo colaborou para que o evento, se na primeira edição o ‘Palco’ contou com rítmos que iam desde o regae e afrobeat, a segunda leva do ‘Palco Alma’ atraiu fãs mais dedicados à música underground que ganha espaço no projeto. O evento teve início às 16h, por volta das 18h30 o Mhorula, primeira atração da noite subiu ao palco. As batidas cadênciadas e o som soturno chamaram atenção para o som da banda, cujo repertório contou com faixas do trabalho recentemente lançado ‘Armadura de Beleza’ além de covers como uma versão da banda inglesa ‘Joy Division’ tocada durante o show; “É uma grande satisfação participar hoje aqui. A vila cultural faz parte da minha carreira desde 2007, seja com o pessoal do maracatu, com as oficinas de percussão junto de amigos, é como se estivesse tocando no quintal de casa mesmo. E, principalmente, essa coisa do intercâmbio da troca de ideias com outras bandas, na passagem de som conversamos com o Water Rats e foi muito legal. Essa iniciativa para eventos é fantástica, tem que continuar… “, contou o músico Maurício Werner, vocalista e idealizador do Mhorula à nossa reportagem.

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Mhorula levou seu projeto de rock industrial/pós-punk ao festival – Foto: Sense/Alma Londrina.

Além do show das bandas, o londrinense Dj Diq era responsável pela discotecagem que envolvia o público com hits de rock e outros ritmos mantendo assim o clima da boa música. Entre o público, chamou a atenção a grande variedade de ‘perfis’ presente; Homens e mulheres de várias idades (inclusive algumas crianças) marcaram presença no evento ocorrido em plena tarde e noite de domingo (Horário no qual geralmente poucas pessoas se animam para sair de casa).

Por volta das 19h30 o Turbô subiu aos palcos do evento - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.
Por volta das 19h30 o Turbô subiu aos palcos do evento – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.

O Turbö, segunda atração da noite, também marcou presença com um show enérgico e direto (Com cerca de 40 minutos de duração). O grupo retorna os shows de seu trabalho autoral (Tendo lançado recentemente seu disco ‘Trilha Sonora para Pessoas Rústicas” ) após uma bem sucedida turnê (Com cerca de 15 datas) com o músico americano Willie Heath Neil. “Primeira vez que tocamos na Alma, já viemos dar entrevistas (na rádio) e participar de outros projetos. Eles fazem um trabalho que admiramos muito… E também no prazer de estar junto com bandas que achamos boas como o Mhorula e o Water Rats (Banda que vimos outras vezes ao vivo), o evento sempre abre espaço pra vários gêneros, também o que não está na moda, e é muito bom participar disso. As vezes quem é de Londrina pode achar que aqui é ruim por ter muitos covers, mas, é um pouco assim em todo o lugar. Quando o pessoal disposto a fazer som autoral se junta é sempre bom, com essa turnê junto do Willie tocamos em muitos lugares e foi positivo, tocamos pra públicos grandes e pequenos, a turnê foi incrível e terá continuação”, contou o músico Ricardo Pigatto, vocalista do Turbö.

Quarteto 'Water Rats' em ação durante o Palco Alma - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.
Quarteto ‘Water Rats’ em ação durante o Palco Alma – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.

Fechando a noite, o quarteto Water Rats concluiu os trabalhos com um punk rock bastante enérgico e com ecos do rock alternativo dos anos 90. O grupo se formou em Curitiba e hoje está baseado em São Paulo. Seu segundo disco, Ugly by Nature, foi lançado em vinil em 2014 (edição esgotada), para no ano seguinte ganhar o videoclipe lançado exclusivamente pelo site da revista Rolling Stones e também uma versão em CD pelo selo paulistano Hearts Bleed Blue. “Show de domingo é sempre o pior pra tirar o pessoal de casa mas foi muito bom. A gente tava acompanhando a divulgação, o equipamento de som tava muito bom – Melhor hotel dos últimos tempos também, estamos sendo muito bem tratados (risos). Os dois shows que fizemos até hoje em Londrina foram bem legais, teve um outro no qual reclamaram por causa do volume do som e tivemos que parar (Risos)”, contou o vocalista e guitarrista Alexandre Capilé (Que também é integrante do Sugar Kane). “Apesar de já ter vindo algumas vezes aqui, não entendo bem ainda a ‘cena’ da cidade, agora tenho entendido mais, é bem diferente, o Sugar Kane mesmo tinha outro público, algumas pessoas mais novas apareciam. Hoje com o Water Rats o público é mais punk rock/alternativo, diferente do que era no Sugar Kane, é uma experiência diferente”, contou o músico logo após a apresentação.

Construindo, a cada edição, seu nome como evento voltado a música independente, o Palco Alma cada vez mais se estabelece como um nome emblemático para o circuito ‘além de eixo’ na cidade. Sempre promovendo o espaço para bandas da cidade (e de fora) cada vez mais se torna uma opção válida para movimentar o circuito e envolver uma certa ‘cena’ vigente na cidade, apesar das eventuais dificuldades que o cenário musical (sempre) impõem. Com uma produção de qualidade e com foco apenas na música autoral, vale a reflexão sobre a possibilidade de viabilizar mais eventos e iniciativas voltadas para a música autoral  (de gêneros diversos) na cidade. Em outubro e dezembro mais duas edições já estão confirmadas.

Evento com música autoral acontece hoje em Londrina

Acontece neste sábado (30) em Londrina o evento Julho Nova Cena com a proposta de promover novas bandas de rock da cidade e também da região. O evento acontece a partir das 17h na Vila Cultural Cemitério de Automóveis (Rua João Pessoa, 103). Segundo a divulgação, a proposta do evento é direcionada ao público jovem de diversos estilos musicais como punk rock, hip-hop e também indie.

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Neste sábado sobem aos palcos da  Vila Cultural as bandas: Etnyah, Graveyard Foxe, Wild Test e Old Socks. A entrada tem o valor de R$ 12, sorteio de brindes e promoções acontecem durante o evento. O evento é uma ação entre amigos para manutenção da Vila Cultural Cemitério de Automóveis.

A Vila Cultural conta com o patrocínio do PROMIC (Programa Municipal de Incentivo a Cultura).


SERVIÇO
Julho Nova Cena
Quando:
Sábado (30) a partir das 17h
Onde: Vila Cultural Cemitério de Automóveis
Com as bandas: Etnyah, Wild Test, Graveyard Foxes e Old Socks

Dia mundial do rock – Concha Acústica de Londrina

Gerações de antigos e novos ‘rockeiros’ compartilharam energia e boa música durante o último sábado, no centro de Londrina, durante evento na Concha Acústica. A celebração em prol do ‘Dia Mundial do Rock’ (Que oficialmente acontece só no dia 13 de julho, mas que teve o evento adiantado para coincidir com o sábado) reuniu som de qualidade, uma presença impressionante do público e mais de 6 horas de músicas reunindo em um mesmo local diversas bandas que fizeram (E ainda fazem) parte da história do rock Londrinense. O evento conta com o apoio do ‘Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic).

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Público acompanha show da banda Imagery na Concha – Foto: Bruno Leonel/RubroSom.

Mais uma vez, o evento teve o apoio do Festival Internacional de Música de Londrina (FIML) e contou com direção de Paulão Rock and Roll, que também fez as vozes de ‘Mestre de Cerimônias’ do local. A partir das 16h, as primeiras bandas já tocavam em alto e bom som. O equipamento de qualidade, aliado  a uma boa regulagem (Que contou com ninguém menos do que Angelo Galbiatti na mesa de som) garantiram um som de qualidade, mesmo para quem estava bem afastado do local. Soaram bem tanto as bandas mais ‘leves’ como também nomes mais ‘agressivos’ nos sons – Como o grupo de punk rock Polemik e o Turbo com seu Hard Rock. “Hoje fizemos um show 100% autoral, raro em Londrina isso, foi legal ver o povo cantando algumas músicas junto (Como ‘Manifesto Carnívovo’, acompanhada por um grupo de pessoas na frente do palco). Acho que a atração busca sempre atrações que animem o público, temos dado sorte nesse ponto, ficamos bem felizes com isso e sempre chamam a gente novamente…”, contou Ricardo Pigatto, vocalista do Turbo que participou pelo terceiro ano seguido do evento na Concha. O grupo atualmente divulga o primeiro disco de estúdio ‘Música para Pessoas Rústicas’.

Banda Turbo, a penúltima a se apresentar no evento, envolveu parte do público com seu hard rock - Foto: Bruno Leonel/RubroSom.
Banda Turbo, a penúltima a se apresentar no evento, envolveu parte do público com seu hard rock – Foto: Bruno Leonel/RubroSom.

As apresentações curtas de cada grupo – Em média 5 ou 6 músicas de cada um – garantiram um dinamismo ao evento. Boa oportunidade para que o público conhecesse mais bandas em menos tempo, e até, ficasse com um gosto de ‘quero mais’ quando algumas das apresentações pareciam encerrar um tanto quanto ‘prematuramente’ (Isso é de praxe em eventos do tipo na concha). O bom som envolveu plateias de vários tipos. Próximo ao palco era interessante notar até famílias inteiras, envolvendo até três gerações diferentes, acompanhando o som de perto. Mesmo senhoras e pessoas de mais idade vez ou outra paravam para observar as bandas que tocavam no evento. “A dificuldade foi apenas passar o som rápido e já tocar, mas foi sensacional, legal demais, sempre que chamarem estamos ai… Hoje tinha crianças, pais, galera do rock, gente avulsa, todo mundo gostando, rock é isso ta no coração de todo mundo”, contou Denis Carvalho do ‘Oldies’ que se apresentou na concha reunindo músicos já experimentes de vários outros projetos e gêneros de Londrina.

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A banda ‘Oldies’ com o vocalista/guitarrista Denis Carvalho e o baixista Diego Menê reuniu músicos veteranos de outros gêneros e músicos de Londrina – Foto: Bruno Leonel/RubroSom.

Por volta das 17h, o pessoal do Usina, terceira banda a se apresentar, já estava no palco resgatando alguns clássicos do rock e fazendo uma boa apresentação que envolveu novos  (E nem tão novos) fãs de rock. Não faltaram pérolas do Hard Rock como sons do Whitesnake e até do Kiss; “É muito legal participar de eventos assim, a gente é velho, da turma dos anos 80 e é o que a gente toca, até pra fazer um remember daquilo lá… É muito massa, vimos gente de tudo quanto é idade, encontrei um monte de gente das antigas e das novas gerações. Acho inclusive que poderiam ter mais eventos assim, voltados para o rock há ainda pouco espaço”, contou o músico José Alfredo de Paula Junior do Usina (Terceiro grupo a se apresentar no dia).

Outra apresentação competente ficou a cargo do trio progressivo Imegery (Provavelmente a melhor banda do festival, em relação ao virtuosismo e a habilidade técnica dos integrantes). A banda não tem um estilo fácil para ouvintes mais desavisados. Com as características típicas do gênero, andamentos quebrados aliados à mudanças súbitas de dinâmica marcaram presença na apresentação intensa e enérgica da banda. “O rock de uma forma geral, não é algo ‘mainstream’ como já foi. Pra gente que faz progressivo, que é ainda mais restrito, fica muito mais complicado para conseguir um acesso como este. A característica principal do gênero é a preocupação com a música, e a aceitação do público é uma preocupação disso. A gente espera que as pessoas entendam e se comuniquem, além de aprender um som novo“ contou Bruno Pamplona, baterista e vocal do Imagery. A banda está já há 6 anos em atividade.

O Brown Vampire Catz levou seu Psychobilly ao evento - Foto: Bruno Leonel/RubroSom.
O Brown Vampire Catz levou seu Psychobilly ao evento – Foto: Bruno Leonel/RubroSom.

Quase um ativista do rock na cidade, o Músico Luke de Held também fez uma participação enérgica no evento, ao RubroSom ele contou um pouco do ‘embrião’ da ideia. “A gente começou essa história há alguns anos e, iniciou como ‘concerto pela paz’ ai veio o insight de fazer o evento do dia mundial do rock… Nas primeiras edições a gente somava forças, eu e o Paulão… junto das bandas e a partir do ano passado, o Festival de Música de Londrina atento a esse movimento passou a abraçar a causa, cedendo a estrutura para que as bandas pudessem se apresentar para o público gratuitamente… Fico feliz de ver que essa semente de anos atrás frutificou, o evento tem vida própria já. É isso que transforma o rock em cultura, essa coisa de transcender gerações, só fico com o coração repleto de gratidão vendo isso”, contou o músico Luke de Held, um dos idealizadores do projeto que se apresentou junto de amigos com um repertório especial com vários clássicos do rock.

Luke de Held (O último do lado direito) and friends fez também uma apresentação empolgante já durante a noite no festival - Foto: Bruno Leonel/RubroSom.
Luke de Held (O último do lado direito) and friends fez também uma apresentação empolgante já durante a noite no festival – Foto: Bruno Leonel/RubroSom.

A direção do evento ficou por conta de Paulão Rock and Roll, que faz também a apresentação do show. Um espaço ao lado da concha foi montado para que fãs pudessem comprar camisetas, ‘merchans’ dos artistas e também bebidas (Que oscilavam na faixa dos R$4 cada uma, preço na média de eventos do tipo na cidade). Havia também uma ambulância de plantão para eventuais ocorrências.  “Tentamos honrar hoje a chance de fechar o evento, o repertório foi focado nas autorais apenas, por uma questão de logística nós tivemos que cortar um pouquinho, mas foi sensacional, gostamos muito da energia do público… É um espaço de oportunidade para bandas que iniciam, e para divulgar música no geral, é uma vitrine, poderíamos ter mais eventos do tipo, é um grande acontecimento”, comentou Thiago Galeli vocalista  e guitarrista do Busker Denim que fechou a apresentação na concha.

Ao final do evento, por volta das 22h20 esse foi o cenário pós-shows - Foto: Bruno Leonel/RubroSom
Ao final do evento, por volta das 22h20 esse foi o cenário pós-shows – Foto: Bruno Leonel/RubroSom

Consolidando o evento como parte do calendário cultural da cidade, a quinta edição do ‘Dia Mundial do Rock’ na Concha teve saldo positivo. Mesmo quem não era familiarizado com o gênero, no mínimo, parou para observar a música no local. Eventualmente vizinhos reclamavam do barulho e até se manifestavam contra – Em alguns momentos, houve até registros de pessoas, moradoras dos prédios próximos, arremessado objetos pelas janelas na direção de pessoas que estavam pela concha. Um bloco de gelo quase atingiu uma pessoa da nossa equipe(??!), além de questões pontuais o evento ocorreu com qualidade e boa música, consolidando a proposta inicial de levar música ás pessoas de forma acessível, e ainda, contando com notória variedade de nomes e gêneros… Falta muito para o próximo evento na Concha?