Discotecagem marca início das atividades da Alma Londrina em 2018

AlmA Londrina Rádio Web (www.almalondrina.com.br) inicia as atividades de 2018 neste sábado com o projeto AlmA Livre, discotecagem em pequenos encontros entre a comunidade e os criadores dos programas veiculados na emissora. O primeiro será no dia 27 de janeiro, a partir das 15h, com transmissão de três programas da grade interagindo com o público.

Mesmo seguindo com espaço amplo para os podcasts (arquivos em áudio), a web rádio também tem como novidade a implantação da web TV, reforçando assim o perfil multimídia e inovador do projeto, características já percebidas na cobertura intensa dos assuntos envolvendo a cultura de Londrina e região em 2017.Projeto AlmA Livre 27-1

Com os recursos do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic) de 2017 liberados somente há um mês (na última semana de dezembro), a emissora londrinense busca seguir o cronograma previsto no projeto original e também iniciar novas experiências, como a AlmA Livre, uma discotecagem com interferência dos produtores e apresentadores dos programas radiofônicos do site, sempre de graça. No próximo sábado (27.1), a partir das 15h, a AlmA Livre estará na Manuca Acessórios, onde o público vai acompanhar o pessoal produzindo três programas ao vivo: Azylo Hotel, Conexão Nova Cena e Rocksofia.

Criado por Paulão Rock’N’Roll em 1982, o Azylo Hotel voltou a ser transmitido pela AlmA Londrina no fim do ano passado e segue como um espaço para o rock e o jazz dos mais diversos países, sempre cercado dos ácidos e experientes comentários do apresentador. Já o Rocksofiadestaca o melhor do rock nacional, exibindo novatos e também bandas consagradas. A apresentação de Thiago Gonçalves tem uma pegada curiosa: oferecer aos ouvintes uma viagem musical, filosófica, artística e social através do Rock. Pra encerrar, o Conexão Nova Cena, apresentado por Marcelo Sapão, abre espaço para as novas bandas no cenário musical de Londrina, sem esquecer dos grupos locais com trajetórias já consolidadas em shows e festivais.

Para o coordenador geral da AlmA Londrina Rádio Web, Daniel Thomas, o evento será mais uma oportunidade para inovar e experimentar, mesmo em um cenário difícil para as atividades culturais de modo geral. “2017 foi um ano extremamente complicado devido à contenção de recursos do Promic (Programa Municipal de Incentivo à Cultura), mas a equipe conseguiu mostrar que a Rádio AlmA não deve e não vai parar. Conseguimos ampliar o número de internautas no site e nas redes sociais, manter a qualidade do nosso Jornalismo Cultural e ainda trazer convidados de fora para as oficinas e para o festival Palco AlmA, eventos sempre gratuitos e abertos à população”, detalhou Thomas, lembrando que o site também foi todo remodelado em setembro de 2017 pela equipe de web design.

AlmA Londrina, emissora virtual em atividade desde 2012, é fruto de um trabalho iniciado por voluntários do Núcleo de Comunicação Popular e Comunitária da Associação Intercultural de Projetos Sociais (AlmA) e está sediada na Vila Cultural AlmA Brasil. Além de ter conquistado aprovações do Promic em anos anteriores, a emissora já venceu duas vezes o Prêmio Pontos de Mídia Livre, promovido pelo Ministério da Cultura com o objetivo de fomentar iniciativas alternativas de comunicação do País.


Serviço:
AlmA Livre – Discotecagens e interferências radiofônicas
Data: 27/01 – das 15h às 21h – Entrada Gratuita
Local: Manuca Acessórios – Rua Arcindo Sardo, 253 loja 3 – Londrina
Discotecagem: com os programas Azylo Hotel, Conexão Nova Cena e Rocksofia.
Apoio Cultural: Vila Cultural AlmA Brasil, ALRW, Manuca, Londristyle, Sebo Capricho, London Bistrô, Kartaze, Feltro Geek, Na Lenha BBQ
Informaçõeswww.almalondrina.com.br

Músico Frank Jorge realiza oficina sobre produção fonográfica em Londrina

A terceira rodada da oficina “Radioativismo e Produção Fonográfica” vai trazer para Londrina o ex-Cascaveletes e professor de História do Rock Frank Jorge para falar sobre suas experiências musical, acadêmica e na radiodifusão. O encontro é gratuito e ocorre nesta quinta (7) e sexta (8). A oficina é uma parceria da AlmA Londrina Rádio Web com o espaço do Movimento dos Artistas de Rua de Londrina (MARL).

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Frank Jorge vai é musico, escritor, apresentador de rádio e TV, professor e coordenador de curso acadêmico que oferece, entre outras disciplinas, aulas sobre Produção Fonográfica e História do Rock. Em Londrina, Frank Jorge vai falar sobre as experiências profissionais como músico, professor idealizador de um projeto inovador na Unisinos e ainda sobre História da Produção e Distribuição de Música (do analógico ao digital) e do uso do streaming aplicado ao Jornalismo Cultural.

A mais recente conquista do cantor foi abrir, em outubro deste ano, o show do beatle Paul McCartney em Porto Alegre, mas Frank Jorge tem uma longa e diversificada carreira. O marco foi em 1986, quanto passou a integrar a banda Os Cascavelletes, referência importantíssima do rock gaúcho ao lado de De Falla, TNT e Replicantes.

Ainda em 1986, passa a cursar Letras na PUC, reforçando o lado compositor e passando a transitar nos circuitos universitários e alternativos da música portoalegrense. Outro grupo marcante e considerado um dos precursores do rock independente no Brasil foi Graforréia Xilarmônica, banda criada em 1987 e que passa a integrar o casting do selo indie Banguela Records nos anos 1990.

Em 2006, Frank Jorge se insere na vida acadêmica como professor titular no curso de Formação de Produtores e Músicos de Rock da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Neste curso, os alunos aliam teoria e prática musical na produção de discos e organização de pequenos shows.

As oficinas formativas da Rádio AlmA são gratuitas e destinadas a produtores de conteúdo, estudantes e demais interessados em ingressar no universo da comunicação independente. O primeiro encontro, realizado em maio, tratou das oportunidades para abordagens regionais, com características de comunicação popular e comunitária nas redes online. Em junho, o segundo evento trouxe a documentarista Eliza Capai para falar de Midiativismo e Movimentos Sociais.


SERVIÇO
Oficina Radioativismo e Produção Fonográfica
07 e 08 de Dezembro – Canto do Marl
Horário: 19h30
Entrada Gratuita

 

Alma Londrina – Web Rádio divulga cultura na cidade com programação colaborativa

Criatividade, inovação e um time de colaboradores cheio de ideias e disposição; É com algumas dessas características que a AlmA Londrina Rádio Web (No ar desde 2012), mantém na cidade uma programação com foco no jornalismo cultural. Desde sua criação, já contou com dezenas de produções radiofônicas autorais, transmissões ao vivo, parcerias com universidades, organização de oficinas e eventos musicais. Além da parte jornalística, a web rádio promove também eventos em Vilas Culturais de Londrina, assim como a integração entre núcleos artisticos da cidade.

Na Vila Brasil, a Vila Cultural 'Alma Brasil' realiza atividades diversas, além de sediar a Alma Londrina Rádio Web - Foto: Bruno Leonel/RubroSom.
Na Vila Brasil, a Vila Cultural ‘Alma Brasil’ realiza atividades diversas, além de sediar a Alma Londrina Rádio Web (Na foto o Sarau promovido pelo Teatro de Garagem) – Foto: Bruno Leonel/RubroSom.

A rádio Alma deriva da atuação do Núcleo de Comunicação Popular e Comunitária de uma estrutura periférica no município, a Vila Cultural AlmA Brasil. Atualmente, conta com 26 programas em sua grade, 18 horas de programação exclusiva, 15 profissionais, que vão de web design à editor de áudio, e um total de 74 colaboradores, que vão de apresentadores à estagiários. Desde sua criação, a maior parte das atividades da emissora são financiadas pela Lei Municipal de incentivo à cultura, o PROMIC. O financiamento público e o caráter independente do coletivo garantem, sobretudo, uma diversidade em sua programação. A rádio é parte Núcleo de Comunicação Popular e Comunitária da ONG Alma Londrina (Vila Brasil) onde o espaço é sediado. “Somos um veículo especializado em cultura, mas com características da comunicação comunitária, somos um tipo diferente de veículo voltado para a comunidade próxima, não só geográfica, mas que tenta levar para esse universo da cultura independente para outros públicos e espaços, de forma diferente do que realiza por exemplo a mídia tradicional, que muitas vezes delimita o espaço, trabalham em torno de uma agenda, e acabam excluindo muitas coisas que estão acontecendo na região” conta Daniel Thomas, Coordenador Geral da Rádio Alma.

Parte do time de colaboradores, jornalistas e produtores da Alma Londrina Rádio Web. No dia alguns músicos que tocaram no 3º Palco alma (Como Bruno Moraes e Seo Nelson, ao fundo) estavam dando entrevista na rádio - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom
Parte do time de colaboradores, jornalistas e produtores da Alma Londrina Rádio Web. No dia alguns músicos que tocaram no 3º Palco alma (Como Bruno Moraes e Seo Nelson, ao fundo) estavam dando entrevista na rádio – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

Recentemente, a equipe, se reuniu para discutir um novo conceito para a rádio Alma. Fabrício Santesso, coordenador de publicidade da rádio, explica como se deu o processo de criação do projeto. “As discussões chegaram a um novo slogan: ‘Musifique sua Alma’, chamando a atenção para o fato de reforçar o papel a música ligada a cultura, que é a marca da rádio. Com o avanço da internet, o veículo passa por uma reformulação, onde o maior desafio é fazer com que um meio baseado na sonoridade seja integrado a um meio puramente visual. Recentemente, o site da rádio web ganhou contornos de portal, oferecendo produções sonoras, fotográficas e textuais”, afirma Santesso.

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O jornalista Lucas Pullin entrevista os músicos Nelson José da Silva e Bruno Morais nos estúdios da Alma Londrina – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

Atualmente a rádio tem mais de 80 colaboradores, há pessoas que colaboram esporadicamente, participam de programas… Há alguns como Ashanti que são feitos por muitos colaboradores junto com o professor Regis Moreira, que ministra a disciplina de comunicação popular e comunitária da UEL, “A ideia surgiu como um trabalho de faculdade, logo, alunos vieram até aqui e começaram a fazer a gravação aqui – no giro é um programa q envolve as vezes 20 pessoas. Sempre abrimos espaço para novos colaboradores que queiram produzir também”, conta Daniel. Alguns programas são também veiculados junto à programação da UEL FM.

Abacate Contemporâneo durante apresentação no 3º Palco Alma, realizado pela Web Rádio - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom
Abacate Contemporâneo durante apresentação no 3º Palco Alma, realizado pela Web Rádio – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

Futuro – Para o próximo ano, segundo o coordenador, a ideia é expandir as atividades, sem ainda estabelecer números “Difícil falar ainda por causa das dificuldades, não sabemos como serão nossos projetos para editais inscritos para o próximo ano. Mesmo quando o projeto não foi aprovado em um ano anterior, continuamos lutando até que ele fosse viabilizado, estaremos sempre correndo atrás, a rádio é mais do que apenas um trabalho, é a realização de um sonho, de um objetivo de trabalhar com música e arte – da ideia de trabalhar com as pessoas e artistas, iremos batalhar por eles sempre”, pontua Daniel em entrevista ao Rubrosom.


INFORMAÇÕES
Ouça a Alma Londrina Rádio web pelo siteAQUI
Facebook – Alma Londrina Rádio Web

Termina a ocupação da UEL FM – Programação retorna na próxima semana

Os estudantes do Departamento de Comunicação da UEL deixaram o prédio da rádio no começo da tarde desta sexta-feira, diminuindo de 11 para 9, o número de ocupações na universidade. Ao mesmo tempo também foi desocupado o prédio da reitoria que havia sido ocupado também durante a semana passada. Nesta sexta uma nota foi publicada na página Ocupa rádio UEL através das redes sociais; “A greve estudantil continua! Decidimos, na terça-feira em assembleia dos estudantes de comunicação, pela desocupação da rádio e vemos essa como uma estratégia importante nesse momento para fortalecermos a comissão de comunicação da greve estudantil. A partir de agora ajudaremos a responder a altura as acusações falsas, ameaças e intimidações que o movimento estudantil vem sofrendo injustamente. Além disso buscaremos difundir as várias conquistas que já foram resultado da greve e das ocupações, assim como as pautas do movimento grevista…” (Leia a nota na íntegra AQUI)

A desocupação da rádio, foi decidida em assembleia realizada pela manhã, mas só foi concretizada à tarde, depois de uma reunião com o diretor da emissora, professor Osmani Costa - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom
A desocupação da rádio, foi decidida em assembleia realizada pela manhã, mas só foi concretizada à tarde, depois de uma reunião com o diretor da emissora, professor Osmani Costa – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom (ARQUIVO)

Todas as ocupações são de cursos do Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA). As demais estão mantidas. A reitoria da UEL ameaçava entrar com um pedido de reintegração de posse, caso reitoria e rádio não fossem desocupadas.

A desocupação da rádio, foi decidida em assembleia realizada pela manhã, mas só foi concretizada à tarde, depois de uma reunião com o diretor da emissora, professor Osmani Costa. Em entrevista coletiva, Costa afirmou que foi feita uma vistoria e que a rádio foi deixada pelos estudantes do mesmo jeito que estava no dia 1º de novembro, véspera da ocupação. A saída dos estudantes, no entanto, não significa o retorno às aulas. Em assembleia realizada ontem à noite, com a participação de mais de 1.600 estudantes, foi decidida a continuação da greve iniciada no mês passado – Mais informações sobre política e a greve acompanhe o blog Baixo Clero.

Ocupação da Rádio UEL – Estudantes publicam nota sobre situação

Desde o último dia 2 de Novembro, estudantes de Comunicação (Jornalismo e Relações Públicas) da Universidade Estadual de Londrina, ocuparam o prédio da Rádio UEL, situado no Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA). Segundo comunicado, inspirados pelas ocupações realizadas na própria UEL e por todo o Brasil, os estudantes pontuam que: “Acreditamos que esta seja a única forma possível de resistência contra as constantes afrontas à educação, tanto por parte do governo estadual quanto do federal. Somos contrários à PEC 241 (ou 55 agora no Senado Federal), que levarão ao sucateamento dos serviços públicos como Saúde e Educação por meio de um teto de gastos pelos próximos anos”, afirma a postagem.

Foto: Bruno Leonel/Rubrosom
Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

Nesta sexta-feira (04), pela manhã, o grupo divulgou uma nova nota, de modo a prestar alguns esclarecimentos sobre a atual situação da ocupação.”Primeiramente, a decisão de ocupar a rádio em vez do Departamento de Comunicação foi política. Foi feita em assembleia realizada na terça-feira (1), em que todos os estudantes eram bem-vindos (e ativamente requisitados) e poderiam apresentar seus pontos de vista contrários. A decisão foi unânime… Por que a rádio UEL?  O CECA já estava ocupado por estudantes de quatro cursos no dia da nossa ocupação (Música, Pedagogia, Artes Cênicas e Artes Visuais). Desde a primeira ocupação, que já se estende por 11 dias, mal se afetou a comunidade interna, quem dirá a externa…” afirma a postagem feita através da página da ocupação. A nota ainda cita que, diferentemente do que alguns setores afirmaram, “Nunca quisemos atravessar negociações entre docentes, a diretoria da rádio e a reitoria. O Diretório Central dos Estudantes, órgão que nos representa, não assinou nenhum acordo. Antes da ocupação não havia nada concreto sobre as mudanças na programação da rádio no que compete a greve de docentes e demais servidores, inclusive porque a reitora ainda iria colocar suas ponderações”. Confira a nota na íntegra AQUI


Em Londrina, jornalistas responsáveis pelo Jornalismo Periférico, fizeram também um vídeo, no qual, alguns dos estudantes presentes na ocupação informam sobre as motivações do ato – Como forma de protesto à PEC 55, antiga PEC 241. Assista:

De modo semelhante, um segundo vídeo foi publicado ontem, no qual o atual diretor da emissora Osmani Costa, informa sobre compromissos e responsabilidades envolvendo a rádio e motivações para questões como o corte do sinal de transmissão da rádio, feito logo após a ocupação no dia 2. O diretor informa, inclusive, que a partir desta sexta entraria estaria à disposição de um canal de comunicação com alunos, para, discutir algumas das pautas trazidas á tona. Confira o vídeo:

Nesta sexta-feira (04) Servidores da UEL se reuniram em assembleia, no anfietatro do HU. Pela manhã, na assembleia realizada no anfiteatro Pinicão, no campus, a maioria dos servidores se posicionou pela suspensão da greve iniciada no dia 17 de outubro. A posição final é a soma das duas decisões. Professores da UEL estão começando a assembleia agora, em primeira convocação – a segunda teve início por volta das 14h30. Durante a tarde de ontem, o Rubrosom esteve pelo Centro acompanhando algumas das movimentações de estudantes, assim como, a programação cultural ocorrida em centros como na Ocupa Cênicas – CAAC e no Departamento de música – Conferimos inclusive a pré-estreia de uma Peça de Teatro que será encenada hoje na Divisão de Artes Cênicas. Estudantes criaram um canal via web para transmissões alternativas durante a ocupação da rádio.

Dalva e Herivelto – Espetáculo na flapt abre temporada

E o domingo, na região norte de Londrina, foi de muita música e emoção durante a estreia do espetáculo Dalva e Herivelto – Dois Corações realizado durante a noite na Vila Cultural Flapt! no Conjunto Saltinho. Pessoas de várias idades – Com uma presença notável também do público chegando à ‘melhor idade – preencheram a Vila Cultural para prestigiar a apresentação que, ao longo de quase uma hora de duração relembrou um pouco da saga de amor e mágoas vivida pelo casal Herivelto Martins e Dalva de Oliveira, nomes emblemáticos da música brasileira da era do rádio.

A apresentação do domingo (09) foi a primeira de uma serie de oito datas que irão acontecer até o final do ano - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom
A apresentação do domingo (09) foi a primeira de uma serie de oito datas que irão acontecer até o final do ano – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

Durante sua trajetória, o casal expôs sua relação num embate musical que dividiu opiniões e que marcou época como uma das primeiras duplas de crooners brasileiros a chamar atenção não só pela música, como também, questões da vida pessoal publicizadas pela mídia nos anos 50 e 60. “A ideia do espetáculo surgiu em 2015 e, logo pensamos em inscrever o trabalho no edital do Promic, foram algumas
noites de trabalho até escrever completamente o projeto. Assim que saiu a resposta positiva foi só
vibração, foi ai que começou o trabalho principal. Faz praticamente um ano que começamos a pesquisa (Envolvendo a história da dupla), a escolha de repertório (Direcionado por Natália Lepri, quem assina a direção), a busca dos músicos e a coisa foi ficando mais redonda… Quando vimos estava então nascendo um espetáculo que estava nos dando muito prazer em fazer!”, conta o cantor Caco Piacenti que também é responsável pela montagem do cenário.

Caco Piacenti e Camila Taari durante apresentação de 'Dalva e Herivelto - Dois Corações" - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom
Caco Piacenti e Camila Taari durante apresentação de ‘Dalva e Herivelto – Dois Corações” – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

Em cena, os cantores interagem e encarnam os gestos dos personagens durante as performances. Em um clima mais intimista (Reforçado pela iluminação especial), Caco Piacenti e a cantora Camila Taari apresentam uma química muito viva. Ora gesticulando ora interagindo em forma de provocações enquanto cantam cada uma das 16 canções do repertório. O próprio ‘jogo cênico’ da apresentação funciona como um retrato da própria relação dos personagens da vida real. “Nós todos temos esse apreço pelo resgate. A música da Dalva e do Herivelto Martins, que era assim o maior compositor da época, fez muito parte da rotina do Caco, e também da minha vida! Minha mãe que era cantora de bailes na década de 80, 90, cantava muito esse repertório também, tenho essa obra dentro de mim muito aflorado, foi incrível perceber como, durante o processo de pesquisa e ensaios essas canções me faziam resgatar muitas lembranças”, contou a cantora Camila Taari, também responsável pela produção, à reportagem do Rubrosom.”Sempre ouvi meus pais cantando muito, algumas dessas músicas em casa. Quando comecei a ver que meu negócio era cantar, isso da obra deles voltou e tive vontade de resgatar o que eu ouvia quando era criança… “, acrescenta Caco. O grupo destaca algumas canções emblemáticas apresentadas no espetáculo como: Caminhemos, Bandeira Branca, Máscara Negra, O que será?, Calu…entre outras.

Segundo os interpretes, a parte cênica da apresentação foi toda pensada a partir da entrada da cantora Natália Lepri na produção. A bagagem da produtora em outras produções envolvendo o resgate musical (Como no trabalho realizado com o Trio Mambembe) foi um ponto importante para o envolvimento de Lepri no espetáculo. “Fiquei muito honrada com o convite, o espetáculo tem um repertório primorosíssimo que eu já amava… Assim também eu pude também saber da história de cada uma das músicas. Acho que o grande mote deles foi que o Herivelto trouxe a Dalva a fama, só que, o brilho dela em certo momento ultrapassou a fama dele, acabou gerando assim uma inveja  nele, uma coisa de ego entre os dois… Mas ela ainda sim foi maravilhosa, foi uma ‘estrela dalva’ mesmo! Eu vi há alguns anos um espetáculo no Filo sobre o Orlando Silva (Com o ator Tuca Andrada), aquilo me deu um grande
impacto – Eram músicas antigas, interpretadas como se fossem jazz, e isso me deu um impacto muito grande, essa nova cara para choros, trazendo baixo acústico, piano… Essa foi a ideia básica. Ai vimos muita coisa em livros, vimos a serie da globo, que é muito fiel na parte histórica, muito bem produzida (Embora tenha alguns detalhes meio ‘over’ também)… É uma história de amor, paixão, traição e morte… Tudo envolvido nas canções. E como é bonito ter brigas em músicas, acho que conta isso, o show retrata essa história.  Ela era uma diva nos anos 50, como foi a Elis. Havia fãs que desmaiavam por ela”, acrescentou Natália Lepri.

Sequência – Até o final do ano, serão mais sete apresentações, ocorrendo em espaços públicos (Como no Centro Cultural Lupércio Luppi – Veja a seguir) e também espaços voltamos ao público da terceira idade. “Tudo foi pensado para o público idoso, haverá apresentações em locais como o centro de convivência da pessoa idosa… É também algo mais presente ao tempo deles. Acho que o espetáculo cativa várias idades, mas o que a gente quis é que esse público mais de idade se envolvesse, será bem interessante”, pontua Camila. O grupo aproveita o espaço também para agradecer, além do patrocínio do Promic (Programa Municipal de Incentivo à cultura), à Escola Primeiro Encontro, que cedeu uma sala ao grupo que é utilizada durante os ensaios.

Próximas Apresentações:

10/10 Centro de Convivência da Pessoa Idosa região Leste – 15 horas
13/10 Centro de Convivência da Pessoa Idosa região oeste – 15 horas
16/10 Centro Cultural Lupércio Luppi – 10h30
25/10 Lar das Vovozinhas – 15 horas
27/10 Feira Livre da Av. Inglaterra – 20 horas
10/11 Centro de Convivência da Pessoa Idosa região Leste – 15 horas
21/11 Centro de Convivência da Pessoa Idosa região oeste – 15 horas


Ficha técnica

Voz: Caco Piacenti e Camila Taari
Bateria: Bruno Cotrim
Piano: Fabrício Martins
Contrabaixo: Filipe Barthen
Sopros: Júlio Erthal
Direção Cênico-Musical: Natália Lepri
Assistente de Direção Musical: Guilherme Araujo
Figurino: Alex Lima
Arte Gráfica: Rodolfo Ribeiro
Patrocínio: PROMIC – programa de incentivo à cultura de Londrina
Apoio: Escola Primeiro Encontro

 

UEL FM retoma programação ao vivo e completa

De volta a ativa! A rádio UEL FM retornou nesta quinta-feira (11) a transmitir sua programação completa. inclusive os programas Trem das Onze e o UEL FM Notícia. “Nós do trem das onze fazemos programa ao vivo, e diário, e é uma rotina que nos fez muita falta. Legal que a rádio está voltando em uma condição técnica bem melhor, isso deixa a gente bem feliz”, contou Jersey Gogel, apresentador do programa à reportagem da TV UEL. A programação voltou repaginada, com novas vinhetas e também quadros falando sobre rotinas internas da universidade. Os novos equipamentos foram comprados com recursos da própria UEL. Cerca de R$70 mil foram investidos em materiais como mesas de som, peças para transmissor e mais.

Dificuldades técnicas

A rádio UEL FM, única rádio educativa da região, esteve fora do ar durante quase três meses, desde o dia 9 de maio, após ter tido parte de seus equipamentos danificados por um raio. Durante o período em que a rádio esteve inoperante, uma campanha foi organizada por funcionários para que, após o retorno, modernizações técnicas fossem feitas na rádio, para que assim, a mesma pudesse atingir novos públicos e audiências. A mesma está disponível pela plataforma kickante.

Parte dos equipamentos danificados da rádio foi já comprada pela própria administração da UEL - Foto: Divulgação
Parte dos equipamentos danificados da rádio foi já comprada pela própria administração da UEL – Foto: Divulgação

Com o dinheiro arrecadado, serão comprados para a rádio um link, que fará a ligação, por ondas eletromagnéticas, do estúdio com a sala do transmissor; uma central de internet; um computador e um aplicativo para ouvir a rádio no celular. “O principal objetivo é modernizar a rádio. Com as compras da administração da UEL a rádio já voltaria ao ar, mas, pensamos também na modernização da rádio até para conquistar novos ouvintes. Por isso precisaríamos de um aplicativo para a rádio, fazer uma transmissão via-modem  (O que evitaria mais dificuldades na transmissão).. Essas e outras ações”, contou ao RubroSom o jornalista Heron Heloy da UEL FM quem está a frente da campanha de arrecadação junto com a jornalista Patrícia Zanin.

Quem colaborar com a campanha, em troca, terá direito a alguns brindes e ‘recompensas’ obtidos com o apoio de estabelecimentos de Londrina além de alguns artistas como Tonho Costa e Regina Menezes. “A gente se sente feliz com essa mobilização, da comunidade interna e externa, e com essa solidariedade. A UEL FM é a  única rádio pública e educativa da região e esse movimento só demonstra o carinho e o reconhecimento que os nossos ouvintes (Construídos ao longo de 25 anos) tem para com a rádio, além da qualidade da programação. Nos enche de alegria, saber que há pessoas preocupadas com a qualidade da rádio”, comentou o Dr. Osmani Costa, diretor da Rádio UEL FM. O diretor conversou com a nossa reportagem há cerca de um mês.

Araca: Espetáculo musical retrata obra de Aracy de Almeida

Nascida e criada no bairro do Encantado, subúrbio do Rio de Janeiro, a trajetória musical de Aracy de Almeida será retratada no espetáculo “Araca, Arquiduquesa do Encantado”, que entra na programação do 36º Festival Internacional de Música de Londrina nesta quinta-feira (21) às 18h30 no Circo Funcart. Os ingressos custam R$5,00 (preço único).

Araca: Espetáculo musical retrata obra de Aracy de Almeida
O grupo se apresenta nessa quinta-feira (21). Da esquerda para a direita: André Mattos (clarineta), Lucas Dias (pandeiro), o ator Leonardo Capeletti, Silvia Borba (Voz), Guilherme Araujo (Bandolim dez cordas) e Osório Perez (violão sete cordas) – Foto: Anderson Coelho.

O espetáculo, que tem direção musical de Paulo Vitor Poloni e direção cênica de Sílvio Riberto, reproduz um programa de rádio da década de 1930 e reafirma o nome de Aracy de Almeida como umas das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos. “Eu conhecia a Aracy de Almeida como jurada de programa de TV, e à medida que fui conhecendo a obra desta mulher, fiquei encantada com a vida e a importância dela para a Música Brasileira”, destaca Sílvia Borba, cantora do espetáculo que será acompanhada de um regional de Choro formado por André Mattos (clarineta), Osório Perez (violão sete cordas), Guilherme Araujo (bandolim dez cordas) e Lucas Dias (pandeiro). Participação especial do ator Leonardo Capeletti.

Segundo Silvia Borba, o trabalho é fruto de uma extensa pesquisa e também de um período de preparação e ensaio que levou cerca de um ano. A ideia é mostrar ao público londrinense a obra de Aracy através de um espetáculo cênico/musical nos moldes de um programa de rádio, há até o personagem de um locutor de rádio durante a apresentação. “Desde o início de 2015 começamos a estudar, lá pelo meio do ano houve a separação do repertório. Recebemos toda a discografia da cantora do colecionador Gilberto Inácio Gonçalves (De São Paulo que trabalha como cirurgião dentista), tudo no digital (centenas de faixas) e então fizemos uma seleção disso tudo. Inscrevemos o projeto no PROMIC, foi aprovado… e agora, até o final do ano cerca de 10 apresentações irão acontecer”, comentou Silvia Borba à reportagem do RubroSom. “(De tudo o que eu li) o legado da Aracy é mais de uma figura boêmia mesmo, de uma cultura do samba que a gente entende e vê hoje, o samba que nós escutamos hoje, em vozes masculinas/femininas, vem dessa cultura da boemia do Rio de Janeiro”, contou Silvia à reportagem.

A ideia do projeto foi do músico Osório Perez, que sugeriu a cantora Aracy devido à importância da mesma, assim como uma certa similaridade de timbres de voz com a voz da cantora Silvia Borba. O teaser da apresentação foi gravado na biblioteca do Museu Histórico de Londrina (Espaço cedido gentilmente pela diretoria do espaço). Segundo o grupo, o ambiente é bastante nostálgico e tem características que remetem à época (Década de 30) assim como ser um espaço pouco conhecido do grande público.

Aracy de Almeida

Considerada por Noel Rosa “A pessoa que interpreta com exatidão o que produzo”, Aracy Teles de Almeida tinha uma personalidade franca e era muito culta. Falava sempre o que queria e sua boêmia maneira de cantar foi determinante para definir os rumos do samba cantado por voz feminina.

Trabalhou como jurada em vários programas de TV: na TV Tupi com Mário Montalvão; na TV Globo com a Buzina do Chacrinha, no Programa Silvio Santos, programas na TVE, Pepita Rodrigues, Almoço com as Estrelas, entre outros.

Em 1988, Aracy teve um edema pulmonar e na época Silvio Santos a ajudou financeiramente e telefonava todos os dias para saber como ela estava. Faleceu no dia 20 de junho, aos 73 anos.

O 36º Festival Internacional de Música de Londrina tem a direção artística do pianista Marco Antonio de Almeida, direção pedagógica de Magali Kleber e direção executiva de Lilian de Almeida. É uma realização da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná // Secretaria Municipal da Cultura – Prefeitura do Município de Londrina-Promic // Casa de Cultura – Universidade Estadual de Londrina e Associação de Amigos do FIML.

(Com informações da Assessoria de Imprensa)

Grupo realiza tributo a Carmem Miranda nesta quarta

Voz marcante, carisma e interpretação poderosa são algumas das características associadas á figura da cantora Carmem Miranda (Nome artístico de Maria do Carmo Miranda da Cunha), personagem icônico para o rádio e para a música brasileira nas décadas de 40 e 50. A interprete, falecida no ano de 1955, será homenageada nesta quarta-feira (13) pela banda Celebrate Jazz Combo, no Bar Valentino. O show “O que é que a Baiana tem?”, faz parte da programação do Festival by Night, que tem o patrocínio da Vivo por meio da plataforma Vivo Transforma, criada para promover a democratização do acesso à cultura em iniciativas voltadas essencialmente à música.

Grupo realiza tributo a Carmem Miranda nesta quarta
Longo processo de pesquisa e estudo marcou a montagem do show “O que é que a Baiana tem?” feito pelo Celebrate Jazz Combo – Foto: Divulgação.

As célebres canções e os grandes sucessos que animaram as décadas de 1930, 40 e 50 na voz de Carmen Miranda, poderão ser relembradas através da apresentação do grupo (Formado por músicos de várias cidades do Paraná) e pela interpretação da cantora Keidma Juliana quem irá incorporar a emblemática figura de Carmem Miranda.

De acordo com a interprete, o preparo todo para esse espetáculo teve início em janeiro desse ano após um projeto de intensa pesquisa e planejamento. Um apoio da Secretaria de Cultura de Maringá (Onde é baseado parte do grupo) viabilizou a realização do projeto.”Eu sempre quis cantar Carmem Miranda, ela é uma personagem que me fascina pela forma peculiar de como ela traduziu a arte na época dela. Foi a frente do tempo, das mulheres daquela época, representou o Brasil fora e cantava de um jeito incrível, brincava com a voz, era muito cômica nas interpretações. Isso não vinha só com as roupas, isso vinha nos áudios mesmo. Era um talento incrível, com uma voz super potente. A capacidade vocal dela me fascinou em primeiro lugar, depois, vi a personagem que ela se tornou e achei incrível – quero cantar isso!” contou Keidma, que também estuda bacharelado em canto (UEM) à reportagem do RubroSom.

A montagem – Segundo a cantora, a ideia (De interpretar Carmem Miranda) surgiu à cerca de quatro anos, e de lá pra cá, alguns eventos somaram ao conjunto. “Em 2015 tive um ensaio de Carmem Miranda junto ao pessoal de um circo no qual trabalho em Campo Mourão – (No Espaço ‘Sou Arte) Onde fazemos homenagens a mulheres diversas (Importantes para a história) – E deu certo porque a companhia incluiu ela na programação… Acharam legal porque além de uma figura importante, não foi alguém que teve uma história trágica também. Fizemos uma performance com um medley de canções dela. Alguns artistas circenses faziam a performance comigo – tinha dança, e tudo mais. A partir disso pensei em fazer um espetáculo só dela”, relembra a cantora.

O processo para a preparação do espetáculo foi bastante elaborado. Segundo Keidma Juliana houve um rico processo de busca de referências e informações para compor a ‘persona’ de Carmem Miranda na tributo: “Houve uma intensa pesquisa para realizar o filme: A pesquisa não foi tanto em livros, mas bastante ‘midiográfica’, através de filmes da época, o site dela que tem um conteúdo bacana… As biografias são meio difíceis de achar, recentemente eu descobri que uma pessoa da minha cidade (Apucarana) é muito fã e tem tudo, embora guarde a sete chaves… Ainda quero ter essa conversa com ele, pra ter acesso ao material. O essencial que eu precisava eu obtive, estudar o gestual dela, estudei muito, é praticamente como ser outra pessoa em palco (Risos)… O fato dos gestos com a mão é muito dela. Tive aulas de dança, de interpretação… Assisti muito, muito os vídeos, teve estudo de figurinos, maquiagem, me ative muito a ela em cena. Assim eu conheci mesmo ela como uma pessoa expressiva. Ela era original, uma pessoa muito estilística…” comentou Juliana ao Rubrosom sobre o processo de preparação para a personagem.

Embora a ideia tenha sido mais antiga, apenas neste ano foi possível reunir o time de músicos que integrou o projeto. No repertório, com arranjos de Vitor Gorni e Thiago Ueda, estarão clássicos consagrados como “Tico Tico no fubá”, “O que é que a baiana tem?”, “O tic tac do meu coração”, “Me dá me dá”, “Rebola bola”, “Ai ai ai”, “Disseram que eu voltei americanizada”, “Chica chica bom”, “Cai cai”, “Bambu bambu”, “E o mundo não se acabou”, Medley (‘Touradas de Madrid’, ‘O balance balance’, ‘Mamãe eu quero’, ‘Tahí’). “Além do Ueda, que é muito focado nessa parte de harmonia, encontramos também o Vitor Gorni, que além de excelente, ajudou nessa ponte de Maringá/Londrina, por ser da região. Eu já o conheci de outros projetos, ele é uma figura bastante respeitada”, comenta Keidma.

O grupo que sobre aos palcos do Valentino hoje é integrada pelos músicos: Sax Alto: José Luiz Nogueira; Sax Tenor: Phernando Campos; Trompete: Reinaldo Resquetti; Piano: Thiago Ueda; Baixo: Gideon Machado; Bateria: Lucas Machado; Backing Vocal: Dhemy de Brito; Vocal: Keidma Juliana. Participação do Grupo de Dança Sambaadois.

Cantora – Também conhecida como “Pequena Notável”, Carmen Miranda transitou com grande desenvoltura pelo rádio, teatro de revista, televisão e cinema. Com sua voz e grande presença no palco, conquistou plateias em todo mundo até tornar-se um ícone internacional do Brasil no exterior. De forma única interpretou composições que animam os bailes de carnaval até hoje e poucos artistas retrataram a alegria do povo brasileiro como ela. O seu sucesso na indústria fonográfica lhe garantiu um lugar nos primeiros filmes sonoros lançados na década de 1930.


Serviço
Show “O que é que a Baiana tem?”
com a Banda Celebrate Jazz Combo
Quando: quarta-feira (13)
Local: Bar Valentino
Horário: 22h
Quanto: R$10,00 e R$5,00 (meia entrada)