Músico Frank Jorge realiza oficina sobre produção fonográfica em Londrina

A terceira rodada da oficina “Radioativismo e Produção Fonográfica” vai trazer para Londrina o ex-Cascaveletes e professor de História do Rock Frank Jorge para falar sobre suas experiências musical, acadêmica e na radiodifusão. O encontro é gratuito e ocorre nesta quinta (7) e sexta (8). A oficina é uma parceria da AlmA Londrina Rádio Web com o espaço do Movimento dos Artistas de Rua de Londrina (MARL).

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Frank Jorge vai é musico, escritor, apresentador de rádio e TV, professor e coordenador de curso acadêmico que oferece, entre outras disciplinas, aulas sobre Produção Fonográfica e História do Rock. Em Londrina, Frank Jorge vai falar sobre as experiências profissionais como músico, professor idealizador de um projeto inovador na Unisinos e ainda sobre História da Produção e Distribuição de Música (do analógico ao digital) e do uso do streaming aplicado ao Jornalismo Cultural.

A mais recente conquista do cantor foi abrir, em outubro deste ano, o show do beatle Paul McCartney em Porto Alegre, mas Frank Jorge tem uma longa e diversificada carreira. O marco foi em 1986, quanto passou a integrar a banda Os Cascavelletes, referência importantíssima do rock gaúcho ao lado de De Falla, TNT e Replicantes.

Ainda em 1986, passa a cursar Letras na PUC, reforçando o lado compositor e passando a transitar nos circuitos universitários e alternativos da música portoalegrense. Outro grupo marcante e considerado um dos precursores do rock independente no Brasil foi Graforréia Xilarmônica, banda criada em 1987 e que passa a integrar o casting do selo indie Banguela Records nos anos 1990.

Em 2006, Frank Jorge se insere na vida acadêmica como professor titular no curso de Formação de Produtores e Músicos de Rock da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Neste curso, os alunos aliam teoria e prática musical na produção de discos e organização de pequenos shows.

As oficinas formativas da Rádio AlmA são gratuitas e destinadas a produtores de conteúdo, estudantes e demais interessados em ingressar no universo da comunicação independente. O primeiro encontro, realizado em maio, tratou das oportunidades para abordagens regionais, com características de comunicação popular e comunitária nas redes online. Em junho, o segundo evento trouxe a documentarista Eliza Capai para falar de Midiativismo e Movimentos Sociais.


SERVIÇO
Oficina Radioativismo e Produção Fonográfica
07 e 08 de Dezembro – Canto do Marl
Horário: 19h30
Entrada Gratuita

 

Luis Mioto leva debate sobre cinema e memória para o Sesc

Nesta terça-feira, 5, a partir das 19h30, o diretor de cinema e pesquisador londrinense Luis Mioto apresenta o debate “Cinema, Memória e Sensibilização”, no espaço do Café Com Quê?, projeto que sedia debates e palestras no Sesc Cadeião Cultural. A conversa coloca em pauta os trabalhos de registro cinematográfico que Mioto realiza desde 2009 junto às comunidades periféricas de Londrina e propõe, a partir da sua filmografia, uma nova abordagem para a memória da cidade.

Mioto é também responsável pelo filme 'O Pequeno' produzido ao longo de 8 anos - Foto: Divulgação
Mioto é também responsável pelo filme ‘O Pequeno’ produzido ao longo de 8 anos – Foto: Divulgação

A conversa é aberta a todos os públicos e a participação é gratuita. Na oportunidade, Mioto ainda exibe ao público trechos de seus filmes, “Eg In: nossa casa” (2015), “Retalhos do chão, do corpo e do céu” (2013), “Saga Cidade” (2011), “Cinema, velho sonho” ( 2013).

Aliando a discussão política e a narrativa poética, Mioto discute os conceitos de Memória Periférica e Sensibilização, aplicadas ao cinema e ao documentário - Foto: Discussão
Aliando a discussão política e a narrativa poética, Mioto discute os conceitos de Memória Periférica e Sensibilização, aplicadas ao cinema e ao documentário – Foto: Discussão

Sobre – O projeto Café Com Quê? é uma iniciativa do Sesc que comtempla a realização de debates e palestras sobre arte, cultura, humanidades e temas afins. O circuito recebe, via edital, propostas da comunidade geral que, depois de selecionadas, são apresentadas ao público no espaço da Galeria de Artes do Cadeião, sempre nas noites de terça-feira. Os encontros acontecem sempre às 19h30 e são abertos ao público, com participação gratuita.

Entrevista – De Londrina, banda Telecopters fala sobre o primeiro EP

O quarteto londrinense de rock alternativo Telecopters lançou no último dia 18 de fevereiro, seu primeiro EP de faixas inéditas. A banda, composta por Glauber Pessusqui (vocal e guitarra), Edmarlon Semprebon (Guitarra), José Vinicius Frossard (baixo e backing vocals) e Leandro Brun (bateria), iniciou sua trajetória com covers de bandas de indie rock dos anos 2000, e, passado algum tempo da trajetória passaram também a investir nas faixas próprias. Segundo divulgado, o EP nasceu como forma de deixar um registro dessa fase inicial de composições do quarteto.

O quarteto Telecopters: José Vinicius Frossard (Baixo e voz), Edmarlon Semprebon (Guitarra), Glauber Pessuqui (Vocal e guitarra) e Leandro Brun (Bateria) - Foto: Divulgação
O quarteto Telecopters: José Vinicius Frossard (Baixo e voz), Edmarlon Semprebon (Guitarra), Glauber Pessuqui (Vocal e guitarra) e Leandro Brun (Bateria) – Foto: Divulgação

O processo de criação do trabalho, que leva o mesmo nome da banda, se iniciou com a exploração de riffs e timbres até chegar nos ensaios com todos os integrantes para complementar e aprimorar as melodias. As letras buscam contar histórias, em um misto de ficção e realidade. Esta primeira experiência da banda em estúdio, gravando profissionalmente. A forma despretensiosa de tocar é uma característica da Telecopters, que se reflete nas composições e nos dez minutos do EP. As influências, que são muito variadas e vão do post-punk ao indie rock, traduzem um pouco da atmosfera que envolve o primeiro trabalho autoral da banda. Referências como Velvet Underground, Yo la Tengo, Interpol, Smashing Pumpkins, The National, Editors, Spoon, Tokyo Police Club, The XX, Ryan Adams e o trabalho solo de Thurston Moore, da banda Sonic Youth, estão entre as influências para a composição do EP. O trabalho pode ser ouvido no Google Play, Spotify, Deezer e Soundcloud.

Produzido pela própria banda, o EP foi captado, mixado e masterizado no Estúdio Toque Grave em Londrina. O trabalho foi disponibilizado em plataformas como Spotify, Google Play, Deezer, Soundcloud e Youtube. A seguir, confira uma entrevista com a banda, na qual, os músicos falam sobre a expectativa com o material e o atual espaço para o estilo de som que fazem, cantando em inglês, na região:

Rubrosom – Em quanto tempo foram feitas as faixas do EP? São todas da mesma época ou teve um ‘tempo’ ai de maturação entre uma e outra?
Telecopters: Em 2015 começamos com o projeto de compor músicas autorais após as primeiras apresentações em bares, festas e casas de show. As músicas foram compostas e levadas quase prontas até os demais da banda, com todos os instrumentos e letra. Neste momento, todos sugerem melhorias, seja na letra, nos riffs, solos, que são discutidas e implementadas, sempre buscando um ambiente de construção coletiva e democrática. As três músicas foram apresentadas na mesma época (primeiro semestre de 2015), porém houve uma descontinuidade. Voltamos a trabalhar nelas em 2016, até que resolvemos entrar no estúdio e gravá-las. O resultado superou nossas expectativas e estamos muito contentes!

Quanto tempo tem já a banda? Desde o início já começaram a pensar no trabalho autoral ou foi algo que pintou ‘posteriormente’ no trabalho de vocês??
A banda iniciou  em 2014 com Edmarlon (guitarra), Leandro (bateria) e João Paulo (baixo), que já tinham tocado juntos em uma outra banda. A ideia inicial era apenas ensaiar, tocando músicas que gostávamos de ouvir. Surgiu a ideia então de chamar um vocalista que também tocasse guitarra. O Glauber entrou na banda e a identificação foi imediata. Após algum tempo, por motivos pessoais, João Paulo se afastou. Já conhecíamos o José Vinicius de amigos em comum, que aceitou o convite com a responsabilidade de aprender todo o repertório e fazer shows num curto espaço de tempo.

A vontade de produzir algo autoral veio assim que começamos a fazer os primeiros shows. Tocar música autoral é uma forma de chegar mais longe, contribuir com a produção cultural, estando disponível para qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo através da internet. O caminho do autoral, ao nosso ver, é mais interessante – poder tocar algo que foi feito por você e ter o reconhecimento é algo impagável. Ser reconhecido pelo o que se faz, e não pelo o que os outros fazem: é isso que buscamos! Queremos tocar em festivais, conhecer outras bandas e com isso contribuir com a cena autoral londrinense, que está cada vez melhor. Até pouco tempo atrás, só se tocava em alguns lugares se fosse banda cover. Isso tem mudado de forma rápida com o surgimento de bares novos na cidade que abrem suas portas para bandas de trabalho autoral. Ultimamente temos preferido frequentar este tipo de ambiente onde podemos conhecer músicas novas sempre.

De Londrina, banda Telecopters fala sobre o primeiro EP

Eu vi algo sobre as influências musicais de vocês, mas, e sobre as letras? São baseadas mais em impressões pessoais da banda ou buscam falar de temas variados que achem mais pertinentes? Alguém da literatura (Por exemplo) influenciou vocês?
As letras nada mais são do que aquilo que faz sentido para nós. Acreditamos que sejam mais impressões pessoais. Não há um escritor ou romance literal que tenha inspirado nas letras. “A letra de End Of The Line fala de uma série de frustrações que estamos sujeitos a enfrentar. Coisas que só acreditamos que são possíveis de acontecer quando acontecem com você, mas não deixa de ser uma reflexão. O título foi uma homenagem a uma música do The Cure que escutava na época, The end of the world”, comenta José Vinícius.

A Hey You e Face The Truth, compostas por Edmarlon, buscam uma inspiração experiencial. “Quero que quem escute as músicas tenha a sensação de estar viajando para um lugar que ainda não visitou. A música é o motorista, o ouvinte o passageiro, que deve estar aberto às experiências e sensações”, comenta Edmarlon. “Não me interesso por temas românticos, o mais importante é a contemplação do roteiro, que não precisa necessariamente ter um começo, meio ou fim. As letras são obscuras e melancólicas, características da minha personalidade. Quero com isso que as pessoas sintam a mesma vibração que sinto. Acredito que a maior inspiração seja Sonic Youth”, complementa o guitarrista.

Comparado há uns 4 anos atrás (Quando bandas como Arctic Monkeys, ‘Franz’ e outras fizeram grandes turnês) muita gente considera hoje que o tal do ‘novo indie rock’ não está numa fase mais tão popular… Vocês vêem um pouco isso na cena (Aqui e no Brasil em geral?) acham que esse tipo de coisa influencia no trabalho de bandas novas nesse ‘segmento’ ??
A popularidade muitas vezes é um limitador no trabalho artístico. Quando se cria essa dependência, é comum que as bandas tentem seguir um caminho mais seguro para manter seu público. Nós não temos essa preocupação de seguir um estilo popular. Gostamos de muita coisa que é considerada indie, mas não buscamos inspiração em determinados estilos, visto que a música é uma linguagem universal. Escutamos de Som Nosso De Cada Dia à Pharoah Sanders. A forma que estes artistas nos influenciam não está visível em nossa sonoridade, mas nos inspiram na forma de pensar e sentir. Sobre a cena local e nacional, independente do estilo, estamos vendo surgir e se consolidar uma diversidade muito grande de bandas com som de qualidade, como Boogarins, Red Mess, Vulgar Gods, Carne Doce, Single Parents, Soundscapes…

E além da divulgação do EP ‘Telecopters’ já pensam nos próximos passos? Shows fora, arriscar novas gravações e um álbum completo??
Como nesse início de divulgação a receptividade foi muito boa, a intenção é sim realizar shows e participar de festivais em Londrina e fora. Para isso, estamos sempre em contato com veículos de imprensa, casas de show, bares e bandas que admiramos, além de estarmos atentos às inscrições de festivais. Como temos um repertório curto de músicas próprias, queremos adaptar e estender nosso repertório de versões para que ele dialogue com a identidade do EP, sempre tentando colocar um toque autoral.

Atualmente, estamos trabalhando em novas composições, mas sem pressa. Queremos absorver o máximo de conhecimento dessa primeira experiência para aplicar nos próximos trabalhos. Como temos estilos de vida muito ativos, a idéia de um novo EP parece mais provável, porque assim conseguiríamos produzir em um tempo menor. Por outro lado, gravar um álbum sem dúvida é um objetivo a ser alcançado…


EP Telecopters

Ouça:
Spotify: https://goo.gl/DH1dTO
Google Play:https://goo.gl/PiYrWS
Deezer:https://goo.gl/S8pTEJ
SoundCloud: https://goo.gl/LK7oRz

Programa sobre Festival de Londrina exibido em rede nacional neste domingo

Neste domingo (5), a partir das 20h, o programa Udigrudi, da PlayTV, leva ao ar os melhores momentos da 16ª edição do Festival Demo Sul. Em 2016, sua edição mais recente, o Festival trouxe 30 bandas e 18 produtores do Brasil e da América Latina para a cidade e, um dos convidados, o jornalista Rodrigo Lariú, foi o responsável pela cobertura dos shows e entrevistas que vão ao ar m rede nacional neste domingo.

Bandas de várias regiões do país como o duo 'Phantom Powers' (De Porto Alegre) se apresentaram no último Demo Sul - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom
Bandas de várias regiões do país como o duo ‘Phantom Powers’ (De Porto Alegre) se apresentaram no último Demo Sul – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom

No ar desde 2010, o Udigrudi é um dos principais veículos dedicados à música independente no Brasil e, em especial, à cobertura de Festivais. “O Demo Sul resgatou em 2016 um hábito muito importante para nós, o diálogo direto com a imprensa musical. Nós entendemos que receber os jornalistas na cidade colabora, não só com o Festival, mas com toda a cena local. São várias bandas de Londrina em rede nacional, além o próprio Demo Sul, é uma alegria para nós”, comenta Marcelo Domingues, diretor do Festival.

Além de Rodrigo Lariú, em 2016 o Festival ainda recebeu o jornalista Leonardo Vinhas, da revista eletrônica Scream and Yell. O programa Udi Grudi – Especial Demo Sul, vai ao ar neste domingo, 5, a partir das 20h, na Play TV. No mesmo horário, o Máximo Villa Bar e Restaurante exibe o programa para o público do bar, com entrada gratuita. O Máximo Villa fica na rua Paranaguá, 933, no Centro.  Para conferir os canais que exibem a programação da PlayTV acesse http://playtv.com.br/onde-exibimos/

Veja também! Nossa matéria especial com um ‘Balanço’ da edição 2016 do Festival Demosul!


SERVIÇO
Udigrudi – Especial Demo Sul no Máximo Villa
Quando:
Domingo (5 de Março)
Onde: Máximo Vila (Rua Paranaguá 933)
Entrada gratuita

Londrina – Kinopus seleciona elenco para filmagem de serie

A Kinopus Audiovisual de Londrina irá iniciar na próxima semana uma seleção de elenco infantil para uma serie de televisão que será rodada em Londrina.  Segundo divulgado, a Kinopus vai iniciar a seleção de elenco para os personagens crianças da série “Família é Família!”. O projeto foi aprovado dentro do programa do Fundo Setorial do Audiovisual da Ancine (Agência Nacional de Cinema) de 2015 na categoria TVs Públicas que contempla, além do “Família é Família!”, diversos formatos de audiovisual que serão exibidos em TVs Comunitárias e Públicas de todo o Brasil.

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A produtora já havia sido contemplada no edital de 2014 com a série documental infantil “Brincando com a Ciência!” – que foi rodada em 2016 e estreia nas TVs no 1º semestre desse ano. A história da série ainda é mantida em segredo mas podemos adiantar que retratará o universo infantil de crianças entre 10 e 12 anos que vivem numa mesma rua de uma cidade e frequentam a mesma escola.

O diretor da série, Rodrigo Grota, diz que é fã da série dos anos 80 “Anos Incríveis” – que encantou uma geração – e que quer dar o mesmo tom e resgatar alguns elementos para o “Família é Família!”. Também acrescenta que o livro e os filmes e séries derivadas de “O Menino Maluquinho” serviram de inspiração para a roteirista Roberta Takamatsu. “A ideia é também resgatar as brincadeiras de rua e uma certa inocência raras de se encontrar hoje em dia nesse mundo em que as crianças vivem em frente de celulares, laptops e computadores”, informa Takamatsu.

As filmagens ocorrerão todas em Londrina, com o elenco infantil todo da região que será escolhido nessa seleção. O elenco adulto coadjuvante será composto por atores também da região com o acréscimo de alguns grandes nomes do cinema e televisão brasileiros. Segundo os produtores é importante esta troca de informações e experiência para a cidade. Guilherme Peraro, produtor da série diz que “Londrina vive hoje uma perspectiva muito positiva em relação ao audiovisual com a criação do Núcleo Audiovisual formado por algumas produtoras da cidade que viram o potencial do mercado audiovisual e a vinda de nomes importantes do meio é uma forma de deixar a cidade ainda mais em evidência”.

Os testes da seleção de elenco vão acontecer nos dias 11 e 12 de março na Vila Cultural Alma Brasil que fica na Rua Mar del Plata, 93 na Vila Brasil. Para participar os interessados devem agendar os testes com Lucas Pullin (43 99978-1089) e Marina Stuchi (43 99922-2822).


SERVIÇO
Teste de Elenco para serie ‘Família é Família!’
Quando:
11 e 12 de Março  na Vila Cultural Alma Brasil
Informações: 
Lucas Pullin (43 99978-1089)

Festival Kinoarte de Cinema exibe três filmes nesta quinta

A programação do 18º Festival Kinoarte de Cinema continua nesta quinta-feira (24) com a exibição de dois filmes nacionais inéditos em Londrina: “Guerra do Paraguay”, às 19 horas, e “O diabo mora aqui”, às 21 horas, no Cineflix do Aurora Shopping, localizado na avenida Ayrton Senna da Silva, 400, na Gleba Palhano. Os ingressos custam R$10 e R$5 (meia-entrada).

Além das produções brasileiras, também haverá duas exibições do clássico italiano “Um dia muito especial”, com entrada franca, às 16horas e às 20h30, no Cine Com-Tour, na avenida Tiradentes, 1.241, Jardim Shangri-Lá A. O filme “Guerra do Paraguay”, dirigido por Luiz Rosemberg Filho, é uma ficção poética sobre uma guerra sangrenta e um fato inesperado que se torna real: um encontro do passado com o presente, da barbárie com a arte. Um soldado vindo da Guerra do Paraguai se encontra com uma trupe de teatro dos dias de hoje. O resultado é impactante. O elenco conta com Patrícia Niedermeier, Chico Diaz, Ana Abbott e Alexandre Dacosta.

Outra produção nacional, “O diabo mora aqui” é um filme de terror com a direção de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini. Quatro jovens decidem passar uma noite em um casarão colonial e acabam envolvidos em uma luta entre forças ancestrais. Eles terão que lutar por suas vidas em uma guerra em que não importa quem vença, todos perdem. O filme conquistou prêmio de Melhor Filme Estrangeiro do Festival Internacional de Cinema FilmQuest, em Utah, Estados Unidos.

“Um dia muito especial”, de Ettore Scola transcorre no período da segunda Guerra Mundial e tem a participação de Marcello Mastroiani - Foto: Divulgação
“Um dia muito especial”, de Ettore Scola transcorre no período da segunda Guerra Mundial e tem a participação de Marcello Mastroiani – Foto: Divulgação

Para os amantes do cinema italiano, o Festival Kinoarte de Cinema reservou uma dose dupla para exibir o clássico “Um dia muito especial”, de Ettore Scola. A obra retrata um encontro entre Hitler e Mussolini em Roma e seu impacto entre a população local e a história mundial.

A 18ª edição do evento vai até domingo (27). O Festival tem patrocínio da Prefeitura de Londrina, por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic). A programação completa está no endereço www.kinoarte.org/festival.


SERVIÇO
18º Festival Kinoarte de Cinema – Confira Programação: http://www.kinoarte.org/festival/

Feito durante 8 anos filme O Pequeno é lançado em Londrina

Sensível, minimalista e com enredo aberto para dezenas de interpretações, assim como, identificações do público… Assim é o filme ‘O Pequeno’ de Luis Henrique Mioto, lançado recentemente, mas que começou a ser filmado há oito anos atrás. Segundo o diretor/produtor a demora foi resultado de um processo de adaptação, perda de entusiasmo com a obra e também apoio de amigos importantes no processo (Confira a seguir).

Estradas, paisagens rurais e casas de madeira compõem o universo do filme 'O Pequeno' produzido ao longo de 8 anos - Foto: Divulgação
Estradas, paisagens rurais e casas de madeira compõem o universo do filme ‘O Pequeno’ produzido ao longo de 8 anos – Foto: Divulgação

O filme, com apenas 40 minutos de duração é descrito como uma ‘fábula cinematográfica’. Um filme que perambula sutilmente pelos sonhos e medos de cada um que entra em contato com a sua história, valorizando um sabor assombroso de toda procura e descoberta interna e, também, um sabor cálido da alegria que vem quando um universo mágico se revela. Há um jovem protagonista, que caminha por lugares, conversa com desconhecidos (E depois conhecidos) motivado por uma busca para salvar sua planta… Em sua ‘saga’ o protagonista passeia por estradas, grandes plantações e até casas rurais de madeira. Há alguns fatos com certo ‘elemento surpresa’ na trama mas que apenas realçam o certo lirismo e poética presente na obra.

O personagem envolto em seus próprios dilemas acaba encontrando outras figuras que possuem também, por sua vez, outros dilemas. Desse encontro ocorre a trama minimalista que permite várias leituras ou interpretações da trama… “Chegou num ponto em que pensei que ‘Até que ele é bom’, mas, a incerteza sobre ele é constante ainda. Até hoje não consegui fazer algo que eu considere acabado total, algo que eu ache muito bom…”, contou o diretor à reportagem do RubroSom. Segundo ele há outras referências no filme como cinema iraniano e até diretores que mesclam a coisa do documentário com a ficção. O tempo de gestação e criação do projeto até remete a produções como Boyhood (Richard Linklater) gravado ao longo de 12 anos com o mesmo elenco, no entanto, aqui o processo foi meio acidental, inclusive, contando com agentes externos que influenciaram o processo. “Um casal de amigos meus leu o roteiro e me instigou a retomá-lo, em uma época na qual já tinha parado de mexer com o filme” enfatizou Mioto.

O produtor, acostumado a mexer com documentários iniciou assim um feliz primeiro passo no gênero da ficção, embora para ele, as duas linguagens caminhem próximas. Confira uma entrevista com o diretor Luis Mioto:

Tem referências meio notáveis no filme (O Pequeno príncipe) o que mais você pode falar de referências que tiveram no seu filme?
Essa é uma referência importante sim… Assistindo ele hoje novamente acho que o Jodorowsky está no filme também. Tem também uma referência do iraniano Abbas Kiarostami (diretor do filme ‘Onde Fica a Casa do Meu amigo?”, alguns autores russos… Tentei ser o mais ‘cult’ possível (risos).

O filme foi exibido na última terça-feira no Sesi/AML em Londrina, juntamente com os filmes Senhora L, de Artur Ianckievicz, e Samantha de José Dias. O diretor Rodrigo Grota participou de um bate papo com os diretores (Mioto é o primeiro do lado esquerdo) - Foto: Bruno Leonel/RubroSom.
O filme foi exibido na última terça-feira no Sesi/AML em Londrina, juntamente com os filmes Senhora L, de Artur Ianckievicz, e Samantha de José Dias. O diretor Rodrigo Grota participou de um bate papo com os diretores (Mioto é o primeiro do lado esquerdo) – Foto: Bruno Leonel/RubroSom.

Você falou sobre o (longo) processo de parar e recuperar o filme várias vezes, a coisa do entusiasmo com o projeto, da euforia… imagino que seja difícil manter isso aceso ao longo do processo todo?
É sim… foi um pouco mais de oito anos no processo. Eu comecei filmando com um tipo de Luis, e terminei ele como outro tipo de Luis, e esse processo foi muito dolorido, envolveu sofrimento, no sentido de que, eu sempre busquei que fosse verdadeiro né? Essa estreia, essa apresentação, esse momento, e que fizesse sentido. No processo caiu o sentido, recuperei o sentido é um processo de idas e voltas… É um processo ‘Por bem ou por mal’ de ficar hoje na cadeira assistindo o filme, assisti de novo. Chegou num ponto em que pensei que ‘Até que ele é bom’, mas, a incerteza sobre ele é constante ainda. Até hoje não consegui fazer algo que eu considere acabado total, algo que eu ache muito bom… Já fiz alguns filmes, mas, não chegou num ponto ainda de falar que está ‘completo’, este processo pode ocorrer ou não, mas é o que faz continuar e seguir…  Sempre acreditando que tem o que melhorar e o que crescer ainda…

O processo levou anos, foram então quatro ‘eras’ de filmagens diferentes?
Isso, começamos em 2008 quando fiz o roteiro… Tentamos filmar de uma maneira bem rudimentar, com uma câmera emprestada da UEL… Não deu muito certo, estávamos muito despreparados em relação à produção. Voltamos em 2011, um casal de amigos meus leu o roteiro e me instigaram a retomá-lo, mexer com ele… Era algo até que eu tinha abandonado. Ai voltamos e filmamos… Teve também um momento posterior de edição, de fechamento. O filme só foi concluído também devido ao vínculo que criei com Joãozinho (Que no filme interpreta o protagonista). Eu queria que ele visse o filme pronto, como ele gostou do personagem…

Muita gente elogiou o trabalho, falou bem do conjunto todo… Podemos dizer que houve uma boa recepção então?
Muitas pessoas acharam legal sim, mas não tivemos uma conversa ainda no sentido profundo, continua uma incógnita ainda, como é o olhar de outras pessoas sobre essa produção. Ajuda muito a observar a própria obra… Falta um pouco em Londrina a coisa da crítica, algo mais aprofundado. O filme não é uma mercadoria, acho que falta essa coisa da reflexão, espero que o pessoal encare isso de uma maneira sensibilizadora, seja ela qual for, eu preciso de conversas de impressões sobre o filme…

Feito durante 8 anos filme O Pequeno é lançado em Londrina
João Gabriel Alves da Silva encarna o protagonista no filme ‘O Pequeno’ – Foto: Divulgação

Você teve bastantes experiências com documentários, registros, agora fez esse trabalho de ficção… Agora você se sente mais disposto a pensar em novas ficções?
Acho que a ficção e documentário são muito próximas, é difícil achar esse limite entre um e outro… A ficção que eu faço flerta muito com o limite do documentário. Todo documentário tem uma direção, roteiro, tem uma coisa forte de ficção ali. Tem muita poesia, todo documentário é ficcional… Tenho me interessado muito por diretores que assumem essa mescla, o próprio Kiarostami, tem um diretor português Pedro Costa (Que faz isso)… Tenho gostado de flertar com isso por enquanto. To num momento de procurar o próprio caminho, as vezes escrevo algo e não gosto, acho que estou no caminho, mas não sei se agora é um momento.

Você jogou um pouco essa provocação para o público, queria que você comentasse sobre… Porque continuar fazendo filmes?
Acho que a gente tem que sensibilizar pessoas, esse é o serviço do artista, a arte sensibiliza esses canais de carinho e amor, de reconhecimento de si próprio… A arte desentope essa ‘saturação’ que muitas pessoas sentem hoje. Eu faço muito, nos meus filmes, para conhecer pessoas, eu me vejo muito em lugares onde eu não estaria se eu não estivesse com uma câmera. Entro na casa de pessoas que tem receio, sentem medo, a pessoa abre a casa, se abre pra mim em níveis nos quais ela não se abriria no primeiro encontro… O fato de eu estar fazendo um documentário faz a pessoa revelar coisas que só revelaria para um amigo de infância. Essa é a poesia dos detalhes, como um senhor senta na cadeira, como uma mulher vive em casa, a gente observa essa coisa da poesia do mundo… Gosto mais de pessoas do que de cinema (risos)… Mas acho que é isso, cinema serve tanto para pessoas do lado de lá, que é atingida como de quem faz isso. Do lado de lá da “seta” que atinge, como da pessoa que criou essa seta… Eu aprendo a esculpir a seta para sensibilizar você e você aprende com essa seta recebida, e eu aprendi com pessoas que me sensibilizaram. Cinema não é só o filme, é um encontro, é uma pessoa que assiste, a pessoa que liga as luzes, a sala escura… Cinema é tudo isso. Todo mundo faz cinema.

Filme ‘O Som ao Redor’ volta a ser exibido em Londrina

O premiadíssimo filme ‘O Som ao Redor’, dirigido por Kleber Mendonça Filho, lançado originalmente em 2012, voltou a ser exibido nesta semana no Cine Com-Tour em Londrina. Até a próxima quarta-feira (27) a produção será exibida diariamente em dois horários: Às 16h e às 20h30.

Em 2013, o filme foi escolhido como a indicação brasileira na competição de Oscar de melhor filme estrangeiro da edição para a edição do ano seguinte, porém, ficou fora da pré-seleção de indicados da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que organiza a cerimônia.  A produção recebeu muitas críticas positivas desde sua estreia em várias publicações de todo o mundo. Dentre algumas citações da imprensa estrangeira, o crítico A. O. Scott, do jornal The New York Times, citou a produção como um dos 10 melhores filmes do mundo realizados em 2012, enquanto a publicação Film Comment o agraciou com o 20º lugar na lista dos melhores do ano. Diversos veículos da imprensa nacional, e até figuras notáveis como o cantor Caetano Veloso elogiaram a produção na época de sua estreia – Confira entrevista com o diretor

A produção de 2012 conta com participação dos atores: Irandhir Santos (Tropa de Elite 2), Gustavo Jahn, Irma Brown, Maeve Jinkings e W.J. Solha - Foto: Divulgação
A produção de 2012 conta com participação dos atores: Irandhir Santos (Tropa de Elite 2), Gustavo Jahn, Irma Brown, Maeve Jinkings e W.J. Solha – Foto: Divulgação

O Filme

O mote inicia com a presença de uma milícia, em uma rua de classe média na zona sul do Recife, que passa a mudar a vida dos moradores do local. Ao mesmo tempo em que alguns comemoram a tranquilidade trazida pela segurança privada, sob liderança de Clodoaldo (Irandhir Santos), outros passam por momentos de extrema tensão. Simultaneamente, casada e mãe de duas crianças, Bia (Maeve Jinkings) tenta encontrar um modo de lidar com o barulhento cachorro de seu vizinho.

O filme foi produzida por Emilie Lesclaux e conta com participação dos atores: Irandhir Santos (Tropa de Elite 2), Gustavo Jahn, Irma Brown, Maeve Jinkings e W.J. Solha.


Serviço
Filme: “O Som ao Redor” de Kleber Mendonça Filho
no Cine Com-Tour UEL
Diariamente em dois horários: Às 16h e às 20h30

Cinema – ‘O que me resta do tempo’ é exibido em Londrina

Seguindo com a programação do Ciclo ‘Oriente Médio’ de cinema, a Vila Cultural Kinoarte exibe nesta terça-feira (19) o filme palestino “O que me resta do tempo”(2009), do diretor Elia Suleiman. É o terceiro de uma serie de quatro filmes semanais, sempre com foco em países como Israel, Irã e Turquia. A entrada é gratuita.

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Elia Suleiman (Foto) Dirigiu e atuou no filme – Foto: Divulgação

Como já ocorre desde fevereiro, o ciclo segue com a exibição de filmes sempre com um enfoque em produções ‘fora de eixo’ e que dialoguem com formatos e conceitos mais raros e até considerado exóticos em comparação à produção cinematográfica de outros países e diretores.

O Filme

Em ‘O que me resta do tempo’ o diretor fecha uma trilogia – iniciada em 1996 com Crônica de uma Desaparição – sobre o conturbado cotidiano de um povo sem território próprio. Ele resgata a saga desde o ano de 1948, data da criação do Estado de Israel, e encena momentos críticos da relação palestinos-israelenses naquela e em outras épocas, até chegar aos dias de hoje. A narrativa reforça ainda mais o aspecto pessoal de seu envolvimento com o tema que, no filme, é retratada como forma de uma pequena crônica familiar autobiográfica.

Assim como o anterior “Intervenção Divina’, o filme de 2009 é um filme em esquetes. Não há uma articulação dramática unindo uma seqüência à outra. O verdadeiro ligante das cenas é um mesmo sentimento que perpassa todas as épocas mostradas: Uma sensação de violência constante, de repetição, de falta de projetos, de uma vida absorvida na tarefa de se adaptar ao dia-a-dia de um território ocupado.

O autor Luiz Carlos Oliveira Jr. publicou uma crítica extena sobre o filme na revista Contracampo – Leia Aqui


Serviço

Ciclo Oriente Médio
‘O Que me resta do Tempo’ (2009) de Elia Suleiman
Terça-feira (19/04/2016) – às 19h30
Vila Cultural Kinoarte – Av. Prefeito Faria Lima, 1399
Entrada gratuita

Próximo filme
26/04 – “Era Uma Vez na Anatólia”, de Nuri Bilge Ceylan (Turquia)

Semana do Choro de Londrina terá apresentações grátis

A partir desta segunda-feira (18) a cidade de Londrina será o palco de destaque da música brasileira instrumental. Até o dia 24, acontece na cidade a 6ª edição da Semana do Choro da cidade. O evento contará com a participação de pelo menos três grupos da região, especializados na pesquisa e estudo do estilo, além de artistas e interessados de toda a cidade que participarão de apresentações gratuitas, oficinas e entrevistas em diversos pontos do município, inclusive em espaços públicos.

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Regional ‘Futuca Migué’ é um dos grupos que se apresentará durante eventos da ‘Semana do Choro’ – Foto: Divulgação

O evento acontece de forma independente, sem nenhum tipo de patrocínio ou apoio externo. “Uma coisa interessante deste ano é que, praticamente, todos os lugares em que tocaremos são novos para a gente. Estamos abrindo espaço para o choro através dessas rodas de choro que irão acontecer em bares” comenta Osório Peres, coordenador e membro do Clube do Choro de Londrina que se apresentará durante alguns eventos da semana..

Clube do Choro, que se apresenta durante a semana, também será tema de documentário - Foto: Divulgação
Clube do Choro, que se apresenta durante a semana, também será tema de documentário – Foto: Divulgação

Além do ‘Clube’ os grupos ‘Futuca Migué’ e o ‘Regional Maria Boa’ também participarão ativamente da semana se apresentando em bares e também em espaços como escolas de música, colégios e até em estabelecimentos localizados na região da ‘Comunidade 12 Tribos’ próximo à Estrada do Limoeiro (Veja a programação). A partir de oficinas realizadas no colégio Marcelino Champagnat, no ano passado, foi formado um novo grupo de estudos para reforçar a prática do choro. “O regional foi formado por Renato Stecca, Wellington Filho, Odair Pereira, Joaquim André, João Gabriel, Silvia Borba e Igao de Nadai, mas sempre está aberto para novos músicos praticarem o choro. Eu que ministrava as oficinas de cavaco e bandolim, comecei a participar e auxiliar em interpretação, teoria e harmonia.” cita o músico e jornalista Lucas Fiuza, integrante do grupo. “O ‘Maria Boa’ se tornou a alternativa para quem quer continuar praticando o gênero já que além das oficinas semanais, faz a verdadeira roda de choro onde todos tocam com o intuito de se divertir e perpetuar o estilo na cidade. O regional se apresenta em bares da cidade, todo mês participa do forró do aluguel e já marcou presença no Quizomba.” acrescenta o músico.

Integrantes do Regional Maria Boa, formado após encontros em oficinas pela cidade - Foto: Divulgação
Integrantes do Regional Maria Boa, formado após encontros em oficinas pela cidade – Foto: Divulgação

Eventos em espaços públicos também marcam a programação: Uma oficina de prática de conjunto acontece no dia 23 (Dia Nacional do Choro) na sede recém reformada da Secretaria de Cultura (Em frente à Concha Acústica). “Em edições anteriores, quando a semana anterior era organizada pela Rosana Moraes, havia um caráter (Que eu considero mais difícil) de sempre trazer artistas de fora da cidade. Após a saída dela, começamos a fazer o que era mais fácil, rodas mesmo com artistas daqui em bares da cidade e chegamos ao formato de agora. Acho muito positivo ver outros grupos fortalecendo esse movimento do choro na cidade, grupos que começaram depois da gente estão firmes e fazendo rodas direto. Ficamos felizes em ver isso” acrescenta Osório..

Documentário

Entre os eventos mais notáveis, há também o Lançamento da campanha de financiamento coletivo (Crowdfunding) para o documentário “Londrina Sorri para o Choro” no restaurante Dona Menina no dia 20. A captação das imagens para a longa-metragem ocorreu no mês de julho de 2015. O documentário conta com depoimentos, imagens das apresentações e das rodas. Entre os entrevistados, está Roberto Souza, músico do Clube do Choro; Alberto Barroso, que foi membro do grupo por mais de 30 anos e outras figuras importantes do grupo. Em dois meses a meta é arrecadas R$ 15 mil para custos de finalização e edição do documentário..

O Evento

O núcleo central da Semana do Choro é comemorar o aniversário de Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha, que nasceu em 23 de abril de 1897. Foi estabelecido o dia 23 como Dia Nacional do Choro que é comemorado com muita alegria e autêntica música brasileira em todas as capitais e grandes cidades do pais..


Programação

18/04 Entrevista com o regional “Fucuta Migué” no programa “Modos de Vida”, da Radio Uel, às 15h.
19/04 Apresentação/Concerto Didático do regional “Fucuta Migué” na Escola Dôminos, av. Pres. Castelo Branco, 1577, às 10h30,
20/04 “O Choro vai à Escola” no Colégio Ubedulha C. Oliveira, rua Júlio Farináceo, 110, às 10h.
20/04 Entrevista com o “Regional Maria Boa” no programa “Modos de Vida”, da Radio Uel, às 15h.
20/04 Apresentações/Concertos Didáticos com regional “Futuca Migué” na escola Dôminos, av. Pres. Castelo Branco, 1577. Duas seções: às 16h15 e 17h.
20/04 Lançamento da campanha de financiamento coletivo para o documentário “Londrina Sorri para o Choro” e roda no restaurante Dona Menina, rua Guararapes, 177, às 19h.
21/04 Roda de Choro no Restaurante Chão Comum (comunidade 12 Tribos), na estrada do Limoeiro, às 12h.
21/04 Roda de Choro no Bar Palito, avenida Aniceto Espiga, s/n (rotatória em frente ao Santarena), às 18h.
22/04 Choro na Pizzaria Ravenna, av. João Cândido esq. com av. J.K, às 19h.
22/04 Roda com Regional Maria Boa no Bar Araras, av. João Cândido esq. com Pará, às 20h.
23/04 Oficina de prática de conjunto de Choro na sede recém reformada da Secretaria de Cultura, em frente à Concha Acústica, às 9h.
23/04 Choro no Restaurante Comidaria, rua Jorge Velho, 404, às 12h.
23/04 Roda no Boteco do Alemão, rua Mato Grosso esq. com Paes Leme, às 19h.
24/04 Choro na Pizzaria Ravenna, av. João Cândido esq. com av. J.K. às 12h.