Londrinense Fernanda Branco Polse lança clipe ‘Laranja Neon’

Uma mulher imersa em um momento de introspecção e auto-descoberta, e que é observada bem de perto, vigiada por um olhar quase voyeurista da câmera. Este é o clima intimista e pessoal registrado no vídeo ‘Laranja Neon’ da cantora londrinense Fernanda Branco Polse, o filme produzido por Deborah Castello Branco e Letícia Aragão foi roteirizado por Fernanda junto com a artista Ana Clara Vitorelli foi lançado nesta semana. “Laranja Neon” é uma música misteriosa, com muita densidade e gravidade. Descreve cenas com uma certa magia, retratando uma situação de um possível desencontro, uma despedida, um fim que se anuncia através da coruja das ruínas que se faz presente.”, conta a cantora.

A finalização e a fotografia peculiar, com uma estética que lembra antigas gravações em fita analógica dá um tom mais emocional ao clipe. Segundo Polse,  esses elementos que completam a paisagem sonora e imagética, vai se repetindo até desencadear no final: da música e da história. “Acho que é um pouco triste, mas com muita dignidade. ‘Eu tenho um ponto de fuga que brilha laranja neon’ é, para mim, um sol no horizonte, o tempo que passa, os dias, as horas e como as coisas curam”, explica Fernanda. “Escolhemos a antiga casa da minha avó para fazer as cenas, por se tratar de uma música que fala de ruínas, que fala de decadência do afeto”, ressalta Fernanda.

Fernanda Branco Polse é cantora, compositora e artista visual, natural de Londrina, viveu dez anos em Belo Horizonte e hoje reside em São Paulo - Foto: Divulgação
Fernanda Branco Polse é cantora, compositora e artista visual, natural de Londrina, viveu dez anos em Belo Horizonte e hoje reside em São Paulo – Foto: Divulgação

De acordo com a cantora, um trecho, que aparece na segunda metade do vídeo (e que foi filmado em plano sequência) foi especialmente complicado para a produção “Tinha que acontecer tudo, inclusive a troca de roupa preta para a prateada no final, então era o tempo da câmera me seguir e eu na frente, me trocando e todos os que me ajudaram nesse momento não podiam aparecer”, contou a cantora sobre a gravação do vídeo. O apartamento que é usado como cenário do vídeo aliás, foi um cenário pessoalmente importante na vida da cantora, pertence à avó de Fernanda. “Eu cresci lá, sabe? Ia toda hora e quis gravar lá, apesar de estar meio abandonado”, ela cita.

SOBRE BICHO BRANCO POLSE – O feminismo entrou na vida de Fernanda Branco Polse como um grito de liberdade de ser mulher e artista. Ter a coragem de cantar sobre temas do feminino sem ter medo de ser expor e mostrar que a mulher tem desejos, fraquezas, forças, convicções e caminhos plurais, pontuam as dez faixas que compõem o álbum de estreia da artista, Bicho Branco Polse, que foi lançado em outubro de 2016. “Sendo mulher o feminismo já estava destinado a me encontrar. E acho que ele me encontrou de forma tímida ainda jovem. Sempre tive essa pulga atrás da orelha e um dia ela virou um cão que late.

Diante de tantas denúncias e constatações não tem como ficar em cima do muro. Eu sempre falo que o feminismo é uma lente permanente e uma vez que ela se instala nas suas retinas, você não tem como fingir que não é com você. E isso é revolucionário!”, conta Fernanda.

PRÓXIMO DISCO – Após um ano do lançamento de seu primeiro disco, Fernanda já começa a pré- produzir o segundo, atualmente na fase de captação. “Vai ser um disco mais dançante, mais político, onde eu uno de uma forma mais profunda todas as linguagens que costumo transitar. Vai ter peça sonora, manifestos e um show mais performativo e visual”, conta.

Fernanda Branco Polse é cantora, compositora e artista visual, natural de Londrina, viveu dez anos em Belo Horizonte e hoje reside em São Paulo. Fernanda transita entre diversas linguagens artísticas. Como cantora já se apresentou no Festival S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L, Salve o Compositor!, Sesc Palladium, Verão Arte Contemporânea, CCBB, Festival de Arte Literário – Londrix. Como performer já esteve em diversas cidades do mundo, como Los Angeles, Amsterdã, São Paulo, Curitiba, Montreal e Bogotá. Bicho Branco Polse é seu primeiro álbum, com dez músicas de sua autoria. É um álbum sobre erotismo, força, dor e amor. Um tipo de amor expandido, para além da ideia de amor romântico. Sobre a existência transmutável em experiência, imagem e poesia.


Informações
Redes Sociais Site Oficial: https://www.bichobrancopolse.com/
Facebook: https://www.facebook.com/bichobrancopolse/
Instagram: https://www.instagram.com/brancopolse/

Entrevista – Caburé Canela lança disco neste sábado

Possuidores de um estilo musical peculiar, que cruza ritmos e influências num compilado de sons de definição improvável, a banda londrinense Caburé Canela irá lançar neste sábado o seu primeiro álbum, intitulado ‘Cabra Cega’. O álbum, que foi finalizado no ano passado, apresenta um pouco das viagens sonoras e poéticas dessa banda que emprestou seu nome de uma pequena e rara coruja que resiste pelos interiores do Brasil.”O processo foi bom para adentrarmos ainda mais às músicas, e de certa forma aumentamos nosso senso crítico sobre elas”, contou a vocalista Carolina Sanches.

O lançamento acontece no sábado (24), às 19h30 no teatro do SESI/AML (Rua Maestro Egidio do Amaral, 130, em frente à Concha Acústica). Na ativa desde 2013, a formação da Caburé Canela conta com Carolina Sanches (voz), Lucas Oliveira (voz, guitarra e violino), Maria Carolina Thomé (percussão), Mariana Franco (contrabaixo), Paulo Moraes (bateria) e Pedro José (voz e guitarra).

Caburé Canela lança disco neste sábado
Além das canções do CD Cabra Cega, a banda irá apresentar outras composições que foram concebidas antes e depois das gravações – Foto: Sthepanie Massarelli

 

 Na música da Caburé prevalece uma mistura sonora que atravessa ritmos populares, como baião, samba, bossa nova, rock, blues, afro-beat, semba de angola e rumba. Notas dissonantes misturadas a temas dançantes – Punk-samba. Reggae-jazz. África-Schoenberg. Os ingressos são limitados e custam 10 reais, podendo ser retirados uma hora antes do show no próprio local. A seguir, confira uma entrevista com o grupo:

Pra começar, há quanto tempo já trabalhavam com esse material do disco? Há faixas muito antigas junto de material mais recente?
A maioria são músicas de no mínimo três anos de idade. A mais recente do disco, que a banda toca é a música “Medo”, do Pedro José, mas é por ele ter entrado por último na banda. (Lucas)

Como foi o processo de gravar? Entraram já com 100% de arranjos prontos, ou tiveram tempo para experimentar instrumentos e testar coisas em estúdio?
Já havíamos trabalhado bastante o repertório do álbum, as sonoridades já estavam bem consolidadas. Uma coisa ou outra que acabou saindo na hora. Mas também o nosso jeito de tocar permite experimentações e improvisos. Não são arranjos 100% fechados nunca. (Lucas Oliveira)

Gravamos do dia 5 ao 14 de dezembro de 2016 e no início de 2017 refizemos pouquíssimas coisas. O processo foi bom para adentrarmos ainda mais às músicas, e de certa forma aumentamos nosso senso crítico sobre elas. É importante poder se ouvir de fora, distante do palco, com uma captação justa. Com um áudio limpo é possível perceber tanto às qualidades sonoras com mais precisão, quanto as “imperfeições” que também fazem parte da gente. Nesse sentido, acho que o processo de gravação do disco, é uma ótima possibilidade para darmos sequência ao que estávamos fazendo antes, com outros olhos e ouvidos. O que fica é a clareza de que somos realmente seres humanos (rs) em processo. (Carolina Sanches)

E sobre as referências, o que andaram ouvindo durante a gravação do disco? Tem algo novo (br ou estrangeiro) que tem chamado a atenção de vocês?
Tem sempre várias coisas novas. Tô escutando bastante o disco novo da Xênia França, bem interessante. Durante a gravação não me lembro, mas é sempre um misto de muita coisa diferente. (Lucas Oliveira)

Durante a gravação escutava bastante o disco Ascensão da Serena Assumpção, andava encantada com a quantidade de artistas e distintas sonoridades envolvidas em um mesmo projeto. Atualmente, estou viciada no CORTE novo disco da Alzira E. não é uma artista nova, mas o enredo psicodélico-barulhento é algo recente em seus trabalhos, é um som quebradiço, acredito ter muito a ver com coisas que temos experimentado. (Carolina Sanches)

Falando um pouco das influências… Tem um destaque interessante na parte das letras, tem muito de escritores e referências literárias nas composições? (se puderem citar alguns nomes, é interessante).
Gosto bastante de Manoel de Barros, Paulo Leminski, Torquato Neto, Jorge Luis Borges, Clarisse Lispector. São minhas maiores influências literárias talvez. Dentro da música gosto das letras do Chico César, Chico Science, Raul Seixas, Itamar Assumpção e muitos outros. Tem muita gente boa. (Lucas Oliveira)

Quando comecei a escrever, era bem um período de reflexão sobre leituras que fazia, como se a borbulha do que eu lia, espelhasse também nas sensações que me tomavam na hora da escrita.  Escritos de artistas de distintas áreas, não só literárias, fazem parte do meu processo criativo, os artistas plásticos Louise Bourgeois, Iberê Camargo, Leonilson e Hélio Oiticica, escreviam sobre seus processos criativos e existências de uma forma muito bonita e instigante, adentravam a escrita de maneira muito visual, sublinhando ainda mais a potência das palavras como gestadora de imagens. Isso me interessa muito na hora de compor.

Os filósofos Friedrich Nietzsche, Gaston Bachelard, Marcia Tiburi, Albert Camus, poetas como Pablo Neruda, Ricardo Aleixo, Manuel de Barros e Bartolomeu Campos de Queirós, são também referências importantes em todo processo. (Carolina Sanches)

Produzido pela própria banda, gravado e lançado de maneira totalmente independente, com captação, mixagem e masterização de Alexandre Bressan, do estúdio 3em1, o disco do Caburé Canela apresenta sete composições autorais que dialogam com as visões do personagem conceitual que conduz o disco Cabra Cega: o andarilho - Foto: Divulgação
Produzido pela própria banda, gravado e lançado de maneira totalmente independente, com captação, mixagem e masterização de Alexandre Bressan, do estúdio 3em1, o disco do Caburé Canela apresenta sete composições autorais que dialogam com as visões do personagem conceitual que conduz o disco Cabra Cega: o andarilho – Foto: Divulgação

E o nome do álbum ‘Cabra Cega’ tem algum significado especial?
Sim. É parte da letra da primeira música do disco, “Andarilho”. Faz referência à brincadeira da cabra cega, na qual você fica com os olhos vendados e tem que achar os amigos. É basicamente um simbolismo para nossa busca diária daquilo que nos faz bem. Por não enxergarmos o caminho, às vezes tropeçamos, nos machucamos, achamos algo que parece valioso, mas na verdade era só uma pedra qualquer. (Lucas Oliveira)

Estamos sempre procurando, caminhar sem rumo pré-determinado é uma rota que não sabemos o que estará lá em frente. Estar “cego”, contribui para que utilizemos dos outros sentidos corpóreos que temos. E de alguma maneira, nosso som é difícil de ser enquadrado em rótulos, estilos e ritmos, podemos dizer musicalmente, que estamos tateando/tocando no escuro. (Carolina Sanches)

Este ano especialmente tem sido movimentado pra artistas de Londrina (4 artistas daqui tocaram no Psicodália por exemplo), essa ciclo de certa forma ajuda as bandas daqui? Vocês já estão com planos para fora de Londrina?
Acredito que de certa forma sim, Londrina sempre se mostrou uma cidade cheia de artistas com grandes potenciais. E, esse ano ter tantos artistas da cidade em um festival como este, é de grande importância. Espera-se que Londrina tenha cada vez mais visibilidade artística, e que o resultado disso, se fortaleça exatamente nesses espaços alternativos, de intercâmbio, de troca entre outros artistas, como é o Festival Psicodália. (Carolina Sanches)

Estamos sim com planos para fora de Londrina. A ideia é que após o lançamento do álbum haja uma movimentação. É importante levar o som para outros ares.

Apesar da produção cultural autoral intensa na cidade, muitos artistas relatam dificuldade de atingir os ‘ouvidos’ do pessoal aqui com a música autoral… Como vocês entendem essa questão hoje? Melhorou nos últimos anos, ou ainda é uma falta de hábito do público, o que acham?
Faz um tempo que a galera está acostumada a sair de casa para ver banda cover. Virou um hábito, mas também tem muita gente que não aguenta mais. Eu nunca gostei muito. Gosto de quem toca o próprio som e dá a cara a tapa, sem medo de ser quem é. Alguns donos de bares e promotores estão abrindo mais as casas de show pra bandas autorais, mas ainda assim, é preciso que o público compareça mais nos shows.

É tudo uma questão de correr riscos, tanto para quem contrata a banda, para quem vai assistir e para quem toca também. Todo mundo tem que ter coragem de correr o risco e enfrentar o novo. (Lucas Oliveira)


Serviço
Show de Lançamento: CD Cabra Cega, da banda Caburé Canela
19h30 – Centro Cultural SESI/AM
Rua Maestro Edígio Camargo do Amaral, 130
Entrada: R$10 (ingressos uma hora antes, no local do show)
CD: R$20

Projeto de samba circula por bairros de Londrina no Carnaval

Realizado nas 4 regiões de Londrina, Paraná, o projeto O Samba Atravessa Londrina faz sua terceira edição com eventos temáticos dando ênfase a cultura do samba (seus desdobramentos como conjuntos de samba e pagode) (e suas origens como o maracatu) além de bateria de samba, vocal, rainha da bateria, dançarinos e integrantes caracterizados da Escola de Samba Explode Coração nos dias 9; 10; 12 e 13 de fevereiro de 2018.

Neste ano, o projeto traz a edição de uma revista com personalidades que contribuíram com a história e a cultura negra no interior do Paraná - Foto: Rei Santos/Divulgação
Neste ano, o projeto traz a edição de uma revista com personalidades que contribuíram com a história e a cultura negra no interior do Paraná – Foto: Rei Santos/Divulgação

A agenda dos eventos gratuitos do projeto:
09/02, Sexta-feira, das 18 às 22 hr, Quadra de esportes da Praça da Juventude da Zona Sul
10/02, sábado, das 18 às 22 hr, Conjunto Mr Thomas (Rua José Martins de Oliveira entre as ruas José Tetuo Saito e Itália Choucino)
12/02, segunda-feira, das 18 às 22 hr Quadra de esportes da Praça do CEU no Jardim Santa Rita
13/02, terça-feira, das 18 às 22 hr, Centro Cultural Lupércio Luppi na Avenida Saul Elkind, Zona Norte.

Com informações da assessoria de imprensa


ROTEIRO DOS SHOWS

  • Abertura com Grupo maracatu pé vermelho, coordenado pelo músico Clodovil Morais.
  • Bateria da escola de samba explode coração, coordenada pelo músico Rogério de Oliveira e a Cia Flap de
  • Dança, coordenada pelo dançarino Marquinhos Flap
  • Show de samba e pagode com repertório tradicional dos grandes compositores do samba brasileiro com o Grupo Bagunçaê, organizado pela musicista Indayana Oliveira.

Sarau com música e declamações ocorre nesta sexta em Londrina

Promovido pela editora da cidade, Madrepérola, o evento será um sarau com palco aberto para declamações e apresentações artísticas.  O tema central do Sarau será falar sobre a produção literária, haverá o bate-papo literário com o tema “O artista londrinense”.

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“O objetivo do Sarau Madrepérola é fortalecer ainda mais o interesse pela leitura em nossa cidade. Encontramos em cada canto de Londrina possíveis autores com talento para escrita que não são lidos. O sarau seria o convite a todo aquele que possui seus textos guardados, ou para quem já tem seu livro publicado se manifestar, chegar lá de pulmões cheios e soltar a sua voz, sua poesia e o que tiver para ser dito. Esperamos que o público conheça e saiba cada vez mais quem são esses poetas, cronistas, contistas e romancistas com talento de sobra para contribuir com a formação da literatura brasileira atual”, aponta Rafael Silvaro, editor da Madrepérola.

Conforme a música toca, local escolhido foi o lindíssimo Nosso Sebo, localizado na rua Paraíba, 205 (próximo ao Sesc Londrina). Com espaço ao ar livre, o Nosso Sebo traz a atmosfera nostálgica necessária para se apreciar um livro, quadrinhos e revistas com calma e bons ares. O sebo que ainda possui vinis e raridades no melhor estilo possível.

Encabeçarão o bate-papo os autores convidados Cinthia Torres, Jean Carlo Barusso, Fernando Fiorin, autores de Londrina e região.

O evento também contará com a apresentação da banda Dália Negra, formada por artistas da cidade de Londrina que apresenta letras embasadas em clássicos da literatura e faz referência a compositores nacionais.


Informações
Data: 09 de fevereiro de 2018
Local: Nosso Sebo (R. Paraíba, 205, centro)
Horário: 19h
Entrada Franca

Metal Internacional – Festival acontece em Londrina na semana do carnaval

Além dos tradicionais blocos de rua e dos tradicionais bailes de marchinhas, Londrina terá uma opção de música pesada durante a semana do Carnaval. O festival Open Air Festival, com bandas de países como Argentina e Colômbia acontece entre 10 e 12 de fevereiro.

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O evento, que durante 5 edições foi sediado em São Paulo (SP), desembarca em território “pé-vermelho” no formato “open air” (ao ar livre) em uma chácara na zona leste da cidade.

Mais de 30 bandas de diferentes países da América Latina estão escaladas para o festival. No palco principal “Open the Road” se apresentam grupos de maior destaque no cenário musical, como Massacre (Colômbia) Atomic Agressor (Chile), Interceptor e Metaluria da Argentina, além de bandas brasileiras como Genocidio, Leviaethan e Holocausto. “É um cast totalmente voltado
para uma união de nosso continente sul americano”, afirma Silvio Rocha, organizador do evento. Os shows do palco principal começam às 15 horas e vão até às 22h. Na sequência começam as atrações com entrada franca, do palco “Let it be Free”. A maior parte desse cast é formado por bandas de Londrina e região, mas também há grupos de Curitiba, São Paulo e Argentina.
Com quase 12 horas de programação musical diária, o Open the Road Festival também vai contar com estrutura para camping, food-trucks, cervejas e chopps artesanais, drinks exclusivos, restaurante, cafés especiais e outras atrações.
O público deve chegar de vários pontos do Brasil. Já há confirmação de excursões paranaenses, dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo, além de uma de El Dorado, na Argentina. Muitos fãs vão pernoitar na área de camping do evento, que já atingiu a lotação máxima.

Os ingressos podem ser adquiridos através do site Ticket Brasil ou em pontos físicos relacionados no site da Open the Road Agency, empresa organizadora do festival.
A entrada inteira, para um dia de evento, custa R$ 200, mas quem aproveitar a compra antecipada paga o valor promocional de R$ 120. A meia entrada sai por R$ 100. Quem quiser acompanhar toda a programação pode comprar um combo, que da acesso aos 3  dias de shows e estacionamento. O valor da entrada inteira é de R$ 300 e com a promoção sai por R$180. Já a meia custa R$ 150.

O Festival: Organizado pela agência londrinense Open the Road, o evento já teve 5 edições, que contaram com nomes de peso e de diversas regiões do mundo, como Benediction (Inglaterra), Nile (EUA), Assassin (Alemanha), Ratos de Porão (Brasil) e Metalucifer (Japão).

Na 6ª edição, a agência decidiu migrar o festival para Londrina, o que foi possível graças a diferentes patrocinadores e apoiadores da cidade. Além de ser estruturado no formato “open air” (ao ar livre), o evento passou a dar maior ênfase à união do continente latino-americano. “Tendo como meta tornar-se uma referência de união entre os países do México ao extremo sul da América do Sul”, destaca o proprietário da agência, Silvio Rocha.


Serviço
Open the Road Festival 
Data: 10, 11 e 12 de fevereiro de 2018
Local: Xákara Eventos, Estrada dos Limoeiros – Estrada dos Pampas 153 (Londrina/PR)
Ingressos: AQUI
Valores:
Pista Individual para um dia
R$ 100,00  – Meia-entrada
R$ 120,00 – Promocional
R$ 200,00 – Inteira
Pista para os três dias (Combo) • Ingresso + Camping (esgotado) + Estacionamento
R$ 150,00 –  Meia-entrada
R$ 180,00 –  Promocional
R$ 300,00 – Inteira
Estacionamento – Limitado para 150 carros – R$ 20,00 por dia

Música – Bernardo Pellegrini toca nesta quarta em Londrina

O jornalista e compositor Bernardo Pellegrini se apresenta nesta quarta (31) no Sesc Cadeião em Londrina. Notório pelas suas várias atividades, o jornalista, que também é poeta, publicitário, produtor cultural, somaterapeuta… lança hoje também um site, focado totalmente no no trabalho musical. A página é um grande portal para a obra musical de Bernardo, e disponibilizará todos os discos de sua carreira (inclusive um ao vivo, inédito), fotos, vídeos e uma linha do tempo na qual são narrados em detalhes os episódios mais importantes de sua trajetória.

Bernardo Pellegrini (com o violão, à esquerda) e o Bando do Cão Sem Dono durante apresentação na Alma Londrina - Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.
Bernardo Pellegrini (com o violão, à esquerda) e o Bando do Cão Sem Dono durante apresentação na Alma Londrina – Foto: Bruno Leonel/Rubrosom.

O site www.bernardopellegrini.com.br irá ao ar nesta quarta-feira às 11h. E para comemorar, no mesmo dia, Bernardo irá realizar uma conversa-show no Sesc Cadeião Cultural (Rua Sergipe, 52), às 19h30. Quem for poderá ouvi-lo rememorar passagens fundamentais de sua carreira e escutar algumas das canções que marcaram a sua experiência como músico. O bate-papo musical será mediado pelo jornalista Felipe Melhado, que realizou a pesquisa para o site. A entrada para a conversa-show é gratuita, mas os ingressos são limitados e serão distribuídos no local com uma hora de antecedência.

Bernardo Pellegrini estreiou como músico em 1976, quando fez seu primeiro show: Mina D’água. E mesmo desempenhando muitas outras atividades, nunca parou de compor canções. Hoje ele acumula quatro álbuns lançados: Humano Demais (1990), Dinamite Pura(1994), Quero Seu Endereço (1998) e É Isso Que Vai Acontecer (2010), sem contar Big Bando (2000), disco gravado ao vivo com uma big band e que poderá ser apreciado na íntegra no novo site.

O músico segue ainda na ativa. Bernardo acaba de concluir as gravações para mais um álbum, intitulado Outros Planos, e que deverá ser lançado ainda neste semestre. Nesta quarta-feira (31)  será disponibilizado o videoclipe da música ‘Frágil’, que faz parte do repertório do novo disco. O trabalho terá participação ainda de mais de 30 músicos londrinenses e que será lançado entre os meses de março e abril. Links para o programa ‘Sonora Londrina’, apresentado por Bernardo, também estarão na página virtual.

O novo site é, em suma, apenas um aquecimento para o que está por vir. A página, porta de entrada para a obra de Bernardo, contou com design do estúdio Mero, programação da Nov3, consultoria da Cedilha Comunicação, edição de vídeo da Flamingo Comunicação & Design e pesquisa do jornalista Felipe Melhado.


Serviço:
Lançamento do site www.bernardopellegrini.com.br e conversa-show com Bernardo Pellegrini
Quando – Quarta-feira (31), às 19h30
Onde – Sesc Cadeião Cultural (R. Sergipe, 52)
Entrada gratuito

Thiago Sagi encerra Viva Elis nesta quinta em Londrina

O cantor Thiago Sagi sobe aos palcos do Bar Valentino nesta quinta na última data da temporada Viva Elis 2018. O último dia de shows desde ano dá lugar à voz masculina na interpretação das canções eternizadas na voz da intérprete. A apresentação será na quinta-feira (25), a partir das 21h, com ingressos a R$ 15.

Suas influências passam por Milton Nascimento, Freddie Mercury, Tina Turner, Ney Matogrosso, Janis Joplin, Sarah Vaughan - Foto: Divulgação
Suas influências passam por Milton Nascimento, Freddie Mercury, Tina Turner, Ney Matogrosso, Janis Joplin, Sarah Vaughan – Foto: Divulgação

No ano em que a morte da cantora completa 34 anos, o festival é uma forma de lembrar o legado da cantora. Nada melhor do que lembrar da intérprete através da música e dos palcos: a imensidão do seu som. Thiago vislumbra em Elis Regina outro grande sustentáculo da MPB que continua a ditar a ordem de como se fazer música moderna no Brasil.

Todos esses elementos fazem de Elis a grande artista que é – importante que falemos dela no presente do indicativo, pois sua obra permanece viva – estão presentes no repertório do show ‘Viva Elis’ que Thiago Sagi selecionou para apresentar. Mais do que enfileirar sucessos, o setlist foi ‘pensado, com muito carinho, para homenagear e contar, através da música, a história da maior cantora do Brasil de todos os tempos’.


Informações
Viva Elis apresenta Thiago Sagi | 2018

Quinta, 25 janeiro
Hora: 21h
Couvert – R$ 15,00
Bar Valentino

Garotas Suecas lança disco na festa Barbada

Um dos eventos mais tradicionais de Londrina, a Festa Barbada recebe no domingo, a banda paulista Garotas Suecas que traz em primeira mão o lançamento do seu terceiro disco ‘Futuro do Pretérito’. O show acontece no Bar Valentino e a programação da festa, que começa às 18h traz ainda o DJ residente Ed Groove e DJ Dbeat. Os dois animam a pista antes e depois do show. E também o Bazar Barbada na casinha, cheio de novidades em arte, moda e gastronomia.

Atualmente, a banda é formada por Irina Bertolucci, Fernando Freire, Tomaz Paoliello e Nico Paoliello - Foto: Marcelo Vogelaar
Atualmente, a banda é formada por Irina Bertolucci, Fernando Freire, Tomaz Paoliello e Nico Paoliello – Foto: Marcelo Vogelaar

O ‘Futuro do Pretérito’ é um tempo verbal da nossa língua, o que “faria”, “iria”, “poderia”, isso diz muito sobre o terceiro álbum de estúdio do Garotas Suecas e provavelmente por isso foi escolhido como título do trabalho mais inspirado e bem executado do quarteto paulista. A banda que em 2014 perdeu seu vocalista Guilherme Saldanha, ganhou em participação dos outros 4 integrantes, que cantam, criam e tocam com a competência em emular influências de rock sessenta e setentistas, black music e todos os tipos de cores da música brasileira, se juntam a uma clareza de discurso, sendo certeiros no trato de questões políticas e humanas, canções maduras retratando nosso tempo, nossas mazelas e questionamentos.

Se trata de um dos lançamentos mais notáveis do ano, a sequência “Objeto Opaco”, “Não tem Conversa” e “Todos os Policiais”, são socos de informação e critica conduzidas por arranjos incríveis e trabalho de estúdio maduro, na mesma linha da excelente “Angola, Luisiana”. A tropical “Ananás” e a delicada “Captei Você”, além de versatilidade também mostram um pouco das virtudes nos primeiros registros. “Quarto”, “Psicodélico” e “Morrer Azul” são as porções melancólicas do álbum, cada uma a sua forma.

A banda de Irina Bertolucci, Fernando Freire, Tomaz Paoliello, Nico Paoliello está no rol de grupos relevantes que o rock nacional produziu nos últimos tempos, com qualidade e singularidade comparáveis hoje aos também paulistas do O Terno. As mudanças na banda, o tempo de maturação da nova formação e do novo conceito foram perfeitos.

FESTA BARBADA – Projeto independente produzido pela BARBADA e realizado mensalmente no Bar Valentino desde março de 2010. Trata-se de uma caravana que integra várias linguagens em um único lugar. Inicialmente realizada na casinha do bar – estrutura mais antiga -, atualmente ocupada todo espaço que recebe toques precisos na decoração, principalmente no palco das apresentações. O horário e preço da entrada destoam do padrão da noite londrinense fazendo jus ao nome. A festa se pauta pela diversidade, integrando música, moda, literatura, gastronomia, quadrinhos, artes plásticas e artesanato atraindo um público de jovens formadores de opinião. Hoje é uma das principais vitrines da nova música, recebendo também artistas de destaque no cenário independente local e nacional.


Barbada | Edição #119
Show com Garotas Suecas (SP)
Lançamento do disco ‘Futuro do Pretérito’
+ DJ Ed Groove + DJ Dbeat 
+ Bazar Barbada
18 horas
Couvert R$ 12,00
Classificação: 18 anos

Teatro – Histórias de Pescador é apresentada hoje em Londrina

Dentro da programação do Festival da Escola Primeiro Encontro, em Londrina, acontece hoje a apresentação teatral/musical Histórias de Pescador na Casa de Cultura da UEL (Divisão de Artes Cênicas). A apresentação é a partir das 20h.
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A história se passa em uma ilha deserta, onde o sol desmaia e o rio se mistura com o mar… As lendas intrigam uma regra, a de não se relacionarem entre si. O Boto se apaixonou pela rainha das águas. Nicanor, o prometido das donzelas também não resistiu aos encantos de Iara e, não sabendo de seu compromisso com o Boto, se enfiou pelas águas, águas que ninguém sabe até hoje se são doces ou salgadas. O final dessa história ninguém conta direito, ou ninguém tem certeza mesmo se ele é real. A peça tem direção de Paulo Vitor Poloni e Gabriela Catai. Além de Guilherme Villela como músico acompanhante.


SERVIÇO
Histórias de Pescador – Festival Primeiro Encontro
Sexta (01) na Casa de Cultura da UEL (Divisão de Artes Cênicas)
Horário 20h
(Preços não divulgados)

Shows de Paralamas do Sucesso e Ney Matogrosso são cancelados

Dois shows, muito aguardados na cidade, e que estavam agendados para esta semana sofreram alterações; Foi adiado do Paralamas do Sucesso, que aconteceria no Ginásio Mringão no próximo sábado (25) e cancelado o show do cantor Ney Matogrosso que viria com a turnê ‘Atento aos Sinais’ agendado para o mesmo dia no Ginásio Marista.

O trio estava com show agendado para este sábado (25) no Moringão - Foto: Divulgação
O trio estava com show agendado para este sábado (25) no Moringão – Foto: Divulgação

O show dos Paralamas correspondia à turnê “Sinais do Sim”, com repertório baseado no disco homônimo, lançado neste ano. O evento não está mais disponível na página oficinal dos Paralamas do Sucesso. Os ingressos foram vendidos pelo Disk Ingresso, que confirmou que o evento foi adiado, sem nova data prevista. Não foi divulgado o motivo da alteração na data.

Ney Matogrosso – A Orth Produções informa que o show com o artista Ney Matogrosso, da turnê “Atento aos Sinais”, que estava agendado para 25 de novembro, no Ginásio Marista, foi cancelado. Até a tarde desta terça-feira (21), os ingressos para a arquibancada já estavam esgotados.

No show, Ney apresenta repertório variado, incluindo canções de compositores como Caetano Veloso e Paulinho da Viola - Foto: Divulgação
No show, Ney apresenta repertório variado, incluindo canções de compositores como Caetano Veloso e Paulinho da Viola – Foto: Divulgação

Segundo divulgado pela empresa Orth Produções, o cancelamento se deu em função de questões técnicas do local, o que acabou inviabilizando a vinda do show, por a estrutura não atender as necessidades de cenário e iluminação que demanda a megaestrutura. Além disso, não foi possível transferir o show para outro lugar.