Viva Elis – Há 25 anos evento em Londrina celebra obra e trajetória da cantora

Shows intimistas, público envolvido e cantores inspirados em performances que não apenas relembram a trajetória da cantora Elis Regina, mas ainda, conseguem dar vida nova a canções que, ao longo dos anos, marcaram a vida e as histórias de milhares de pessoas. Assim é o clima do projeto Viva Elis, realizado sempre no mês de janeiro, no Bar Valentino e que há 25 anos reserva todas as primeiras quintas-feiras do ano para relembrar a obra da cantora (1945-1982).

As cantoras Lia Cordoni e Neuza Pinheiro no Projeto Viva Elis, durante o show Veloz como a própria Voz ( janeiro 2000) - Foto: Acervo Lia Cordoni
As cantoras Lia Cordoni e Neuza Pinheiro no Projeto Viva Elis, durante o show Veloz como a própria Voz ( janeiro 2000) – Foto: Acervo Lia Cordoni

A série de shows, iniciada na primeira quinta-feira do mês  trará para o palco da casa artistas locais reinterpretando o repertório da artista. Em 2017 completam-se vinte seis temporadas ininterruptas do evento, sempre no mês de janeiro. “Homenagem no mês da morte é meio estranho né? Mas foi o que aconteceu (Risos). Deixamos assim, e virou tradição, o lance de você estar em um estabelecimento que já tem idade, tem isso, tudo vai completando aniversários. De 10 anos, 20 anos, como outros projetos aqui do bar…. É o projeto mais antigo em atividade hoje no Valentino, de início a ideia foi movida pela saudade da cantora mesmo”, conta um dos sócios do espaço Valdomiro Chammé, que é também o responsável pelo projeto.

Nesta última quinta-feira de Viva Elis 2017, a dupla Heloísa Trida e Vinicius Zanin se apresenta no Valentino - Foto: Divulgação
Nesta última quinta-feira de Viva Elis 2017, a dupla Heloísa Trida e Vinicius Zanin se apresenta no Valentino – Foto: Divulgação

“Encaro a proposta artistica da Elis como uma proposta de mudanças mesmo nas coisas mais simples, de crítica diante do que esta aí”, afirma a cantora Heloísa Trida que, se apresenta nesta quinta (26) acompanhada do cantor Vinicius Zanin. A dupla Vinicius Zanin e Heloisa Trida se consolidou durante as apresentações do Almanaque Conta ‘Histórias de um Bar’. Acompanhados por Gabriel Zara (baixo), Fabricio Martins (piano) e Bruno Cotrin (bateria), a dupla apresenta o repertorio mais longo, com 26 títulos. A cantora convidada é outra veterana do projeto, a londrinense Rakelly Calliari, na sua quinta participação no Viva Elis.

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Neste ano, a quantidade de cantoras, relativamente novas na cena – Algumas sequer eram nascidas quando o projeto começou em 1992, é um dos destaques. “É um projeto de fôlego, sempre foi muito singelo, nunca contamos com uma superprodução, era basicamente ver quem eram os artistas que participariam e muita gente abraçava pela originalidade, e também pelo repertório que é cada vez menos conhecido do público mais novo… Então, é uma coisa que pegou e foi acontecendo de forma despretensiosa”, comentou Chammé à reportagem do Rubrosom.

A paixão por Elis era compartilhada pelo coro cênico Chaminé Batom,  na época composto por Simone Mazzer, Carlinhos Rodrigues, Elton Mello, Silvio Ribeiro e Ricardo Grings e o convite para o primeiro show não poderia ser a outros artistas. Segundo Chammé, o grupo aceitou na hora e o show teve que ser repetido nas semanas seguintes, já como um grande êxito, relembra Chammé. Animados com a reposta do publico, o formato foi novamente proposto em 1993 e além das novas releituras do Chaminé Batom, outras cantoras passaram a participar do evento. Segundo Chammé, desde o início, o projeto teve vários nomes diferentes; “Homenagem à Elis”, “Lembra Elis”, “Especial Elis Regina” e desde 2002, se chama “Viva Elis”.

Segundo Chammé, são sempre chamadas cantoras que algum amigo indica, ou mesmo, cantoras que ele teve a oportunidade de ver ao vivo. “A Heloísa, junto com o Vinícius Zanin, por exemplo, participaram de um projeto cênico musical que a Funcart fez, eu os vi atuando na serie ‘Almanaque’ que acontece aqui, eles tem uma presença muito interessante de palco. Tem participações também como a Rakelly Calliari e a Gisele de Almeida, que entraram em um momento que nós achamos para homenagear pessoas que já fizeram muito pelo Viva Elis. Nem se fala da Simone Mazzer e do pessoal do Chaminé Batom que praticamente começaram o evento…Tem a Cristina Tonin também que representa o pessoal do Valentino antigo (Quando o bar ainda era na Avenida Bandeirantes, até meados de 2005).

Valdomiro Chammé com um cartaz de divulgação do Viva Elis do ano de 2003, ao lado do material de divulgação do Viva Elis 25 anos - Foto: Bruno Leonel/Rurosom
Valdomiro Chammé com um cartaz de divulgação do Viva Elis do ano de 2003, ao lado do material de divulgação do Viva Elis 25 anos – Foto: Bruno Leonel/Rurosom

Segundo o organizador, a ideia é que o próprio cantor convidado tenha espaço para escolher o repretório e explorar sonoridades. “Não temos nenhuma pretensão que o Viva Elisa seja uma apresentação cover da cantora, nunca foi… A ideia é a pessoa vestir a roupa, mas fazer o seu som! Cada artista faz em cima da sua preferência, a pessoa fazer só sambas, blues, ou rock, o repertório da Elis era muito variado. Já tivemos espetáculos de teatro com o disco ‘Falso Brilhante’ de 1976 (Tocado na íntegra). Deixo sempre o pessoal a vontade…. Tudo isso vem ‘abrilhantar’ o projeto. Teve um ano em que a Simone cantou ‘Black is Beautiful’, e as outras três cantoras, nas semanas seguintes, também cantaram. E no entanto cada uma foi de um jeito e apresentações muito boas, cada uma com uma energia e uma verve…”, pontua Chammé

Nos Palcos – Como grande fã da cantora, Chammé relembrou também algumas das vezes em que pode conferir Elis Regina ao vivo; “A primeira vez em que a vi foi na cidade de Presidente Prudente, por volta de 1975/1976, vi ela em São Paulo, com o show Falso Brilhante, em 1978 no Teatro Bandeirantes que foi um verdadeiro marco de produção de palco, com produção do Naum Alves de Sousa, foi um grande marco de produção de palco…”, contou Chammé à reportagem.

Por fim, assisti um show da Elis em Londrina, com o show do ‘Essa Mulher’ no Projeto Pixinguinha, no Cine Teatro Ouro Verde, por volta de 1981…. Uma apresentação muito marcante também”, se emociona Valdomiro.

Futuro – Ao pensar na trajetória do espetáculo, impossível não considerar os ‘próximos passos’ do projeto. Segundo Chammé, a ideia é dar continuidade às apresentações que, apesar de não serem de um repertório tão novo, ainda emocionam bastante. “Já tivemos oportunidades de fazer o evento em outras cidades, como Maringá. Mas não é tão simples, a pessoa as vezes não entende direito o que é o evento, mas, um dia pode ocorrer. Não tenho pretensão de fazer nada de alcance nacional. Já sugeriram que eu informasse aos familiares e herdeiros da Elis sobre o projeto, mas não tenho essa pretensão, se naturalmente isso ocorrer legal, mas não quero que uma coisa se sobreponha a outra, o mais importante é que aconteçam os shows, low-profile mesmo para um público reduzido e esse tipo de coisa”, contou á reportagem.


Elis Regina – A discografia de Elis Regina se estende por mais de 30 álbuns, entre discos gravados em estúdio, ao vivo e Eps, isso sem contar os singles, que seriam mais de 20. Com tanto material à disposição e a longevidade do “Viva Elis”, os artistas e músicos proporcionaram ao público um passeio pelas mais diferentes vertentes desta vasta obra. “Graças aos 25 anos de Viva Elis, os músicos tiveram tempo e criatividade para explorar todo o colorido da discografia da Elis. Assisti shows focados nos sambas, baladas, rock, blues, boleros, com releituras rap e até um espetáculo cênico!” conta Chammé. Para o empresário, um dos maiores presentes ao longo desse um quarto de século do Viva Elis é perceber que o evento é sempre aguardados pelos eternos fãs e, de modo surpreendente, por muita gente nova. “Com o Viva Elis, gente nova tem a oportunidade de conhecer e curtir o vasto repertório de Elis Regina, através das cantoras, cantores e músicos que se dedicam, exclusivamente  por amor, a este belo projeto”, completa.


SERVIÇO

Viva Elis – 25 anos
Todas as quintas-feiras de janeiro de 2017, às 21 horas – Confira programação completa no Site – Couvert: R$ 15,00

Festival do Baixa cria rota gastronômica em homenagem a Londrina

Comida boa se faz com afeto e história! Esta é a premissa do 3° Festival do Baixa – Sabores Pé-Vermelho. O evento iniciado no último dia 10 de novembro segue até o aniversário de Londrina (10/12). Durante o período, o Festival cria uma rota gastronômica na cidade, com pratos, lanches e quitutes criados em homenagem a Londrina. Todos com o preço máximo de R$ 25,00.
Festival do Baixa cria rota gastronômica em homenagem a Londrina

Realizado pelo site Baixa Gastronomia Londrina, o festival tem como objetivo resgatar e fortalecer a cultura gastronômica e também a economia de Londrina, estimulando o público a conhecer novos restaurantes e sabores da região.

3° Edição – Celebrando Londrina em toda a sua diversidade, dos índios aos imigrantes, da área urbana à rural, os 20 estabelecimentos participantes foram a fundo na história da cidade e desenvolveram receitas exclusivas que celebram os sabores de nossa terra.

Confiram os locais participantes:

O Armazém Café | Pé-Vermelho, uma ode à Terrinha
Inspirada na panna cotta italiana, a sobremesa inclui creme de chocolate meio amargo, biscoito de chocolate (50% cacau), panna cotta (creme cozido) com café e farelo de bolo Red Velvet – para figurar a nossa amada terra vermelha. A decoração conta com disco de chocolate meio amargo com glacê real, ilustrando ramos floridos de café. Acompanha cold brew com baunilha.
Preço: R$ 20,90. Endereço: Avenida Higienópolis, 602 (entrada pela Rua Goiás). Aberto de segunda a sexta, das 10h às 19h. Sábados, das 09h às 19h. Telefone: (43) 3324-8889.


Barraco da Sopa | Bolinho do Barraco
Homenagear a cidade também é homenagear os pés-vermelho que aqui moram e frequentam o Barraco há 17 anos. Um dos ingredientes mais queridos da casa – a costelinha de porco defumada e desfiada – se une ao risoto e ao queijo provolone e dá vida a estes belos e saborosos bolinhos dourados!
Preço: R$ 19. Endereço: Travessa Belo Horizonte, 67 . Aberto todos os dias, das 18h30 às 23h30. Telefone: (43) 3324-2121.


Boleria Dom Leonardi | Café na Casquinha
Café na casquinha “forrada” de chocolate? Isso mesmo! A criação da Boleria nos inspira a buscar um novo jeito de viver o cotidiano. Nos lembra que é importante manter as raízes, mas sem deixar de inovar!
Preço: R$ 7,00. Endereço: Rua Raposo Tavares, 977. Aberto de segunda a sexta, das 9h às 18h30. Sábados, das 09h às 14h. Telefone: (43) 3323-9900.


Bodega S/A | Bolinho de Costela
Os já tradicionais bolinhos do Bodega ganharam um colega de peso neste Festival do Baixa! Crocante na primeira mordida, o quitute feito com massa de mandioca revela um suculento recheio de costela desfiada, a carne preferida dos londrinenses!
Preço: R$ 24. Endereço: Rua Virgínia, 106. Aberto de segunda a sábado, das 11h à meia noite. Telefone: (43) 3354-0627.


Brasiliano Bar & Cozinha | Tilápia ao Limoeiro
O Brasiliano homenageia uma das regiões de maior beleza natural da cidade de Londrina, o Limoeiro, no Vale do Rio Tibagi. Ainda pouco visitada, a região se prepara para virar importante destino de ecoturismo. Neste prato, a Tilápia é frita na manteiga e recebe um delicioso toque de suco de limão. A doçura da banana, fruta escolhida para o preparo do chutney, combina perfeitamente com o paladar delicado do peixe.

Preço: R$ 25. Endereço: Rua Espírito Santo, 655. Aberto de terça a sexta, das 19h às 23h. Sábado, das 19h à meia noite. Telefone: (43) 3322-9211.


Coisas Que Te Ajudam a Viver | Un po ‘di mare per la nonna
Qual o prato mais especial que a sua avó faz? Na casa da Silvia, do Coisas que te ajudam a viver, é o nhoque de batata! A receita é tradição familiar e até hoje é preparada com ajuda da Nonna. Para o Festival é apresentada com molho de camarões e limão siciliano para lembrar a praia e trazer um pouquinho de mar para o nosso dia a dia!
Preço: R$ 23. Endereço: Rua Professor João Candido, 682. Aberto de segunda a sábado, das 10h às 19h30. Telefone: (43) 3334-4344.


Delicato Brigadeiria | Gelato Pão de Mel
Londrina faz aniversário e quem ganha o presente é a gente, sempre. Este ano as meninas do Delicato preparam uma sobremesa irresistível! Torta gelada com três andares de delícias! A base é de pão de mel, depois vem uma camada de sorvete de creme, mais outra camada de brigadeiro tradicional e, por cima de tudo, um toque final de brigadeiro de nozes.
Preço: R$ 14. Endereço: Rua Espírito Santo, 1450. Aberto de segunda a sexta, das 10h30 às 18h30. Sábados, das 11h30 às 18h30. Telefone: (43) 3025-5051.


Flannigan’s Irish Pub | Irish Pancetta
A nossa deliciosa Pancetta ganha ares irlandeses para este Festival, mas sem perder o pezinho em solos vermelhos. Frita por imersão, ela é muito crocante e regada com molho barbecue de café e uísque irlandês! Para acompanhar, ingredientes tipicamente paranaenses: banana chips, cará e batata doce.
Preço: R$ 25. Endereço: Avenida Ayrton Senna, 850. Aberto de terça a domingo, a partir das 19h. Telefone: (43) 3356-5025.


Freddo Gelateria | Petit Gâteau Magnífico
Petit Gâteau já é algo magnífico por si só com toda aquela calda escorrendo a cada colherada, mas este da Freddo é especial! Ele é duplamente recheado com doce de leite e chocolate e a massa do bolinho também é de doce de leite. Isso mesmo! O gelato escolhido para acompanhar é lançamento da casa, feito de uísque e café, este ingrediente tão londrinense.
Preço: R$ 16. As três lojas são participantes! Endereços: 1) Avenida Higienópolis, 436/ 2) Shopping Catuaí / 3) Rua Montevidéu, 700. | 1) Todos os dias, das 12h às 22h30 /2) De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 20h / 3) Todos os dias, das 11h às 22h.


Ghada Esfiharia | Manakeesh Londrina
Desde que abriu, o Ghada só traz alegrias para os londrinenses! Estar lá é fazer uma viagem pelos sabores e aromas incríveis do Oriente Médio, através de esfihas, manakeeshis, quibes e kebabs preparados com maestria pelos meninos. Para este Festival, eles prepararam o Manakeesh Londrina, feito com zátar (mistura de especiarias típicas), cebola, tomate, hortelã, cebolinha, rúcula, azeitonas e um delicioso molho de alho!
Preço: R$ 12. Endereço: Rua Piauí, 540.Telefone: (43) 3339-1046. Aberto de segunda a sexta, das 09h30 às 19h15. Sábados das 09h30 às 14h.


Hopper´s Cerveja Artesanal | Takoyaki ao Molho de Café
Comida de rua japonesa diretamente para as mesas londrinenses! O Takoyaki é um bolinho feito com massa de panqueca e, nesta versão, é recheado com polvo. Ele chega à mesa fervendo e coberto com maionese, katsuobushi (raspas de peixe), algas e um molho especial que, neste caso, leva café para dar aquele toque pé-vermelho ao petisco oriental. Não deixe de provar!
Preço: R$ 25. Endereço: Rua Goiás, 1386. Aberto de terça a domingo, das 17h às 23h. Telefone: (43) 3025-2122.


Johnnys Burger Cozinha Artesanal | Tuba Burger
Já pensou unir hambúrguer e torresmo em uma só preparação? O Johnnys traz para este Festival uma invenção inusitada e muito saborosa. O Tuba Burger é feito com carne de boi e recheado com farofa de torresmo bem crocante! Montado em um pão fofinho, com cebolas caramelizadas, tomate e queijo gorgonzola, é uma explosão de sabor a cada mordida.
Preço: R$ 22. Endereço: Avenida São João, 1166. Aberto de terça a domingo, das 19h30 às 23h. Telefone: (43) 3024-2056.


La Palme Bistro | Brandade e Pupunha
Base da alimentação dos desbravadores de nossa cidade, o bacalhau e o palmito pupunha proporcionam uma vasta gama de combinações de sabores e criação de pratos únicos! O Chef Leandro Volpini desenvolveu uma cremosa brandade de bacalhau (preparada com batatas e natas), que vem disposta sobre um palmito pupunha grelhado e acompanhada de um saboroso molho de pimentão e espuma de limão siciliano para dar aquele frescor ao prato!
Preço: R$ 25. Endereço: Avenida Higienópolis, 436. Aberto de segunda a sábado, das 19h às 23h. Telefone: (43) 3026-4925.


Le Pinguê | Burguer Pé- Vermelho
Londrina é uma mistura linda de culturas que torna esta cidade tão especial. Pensando nisso, o pessoal do Le Pinguê preparou um hambúrguer de carne seca super elaborado, servido em um pão de mandioca, com molho de tomate e manjericão frescos, bacon, cebola crispy, rúcula fatiada e toda a cremosidade do queijo Catupiry. A maionese verde da casa, feita com salsa e manjericão, dá o toque final.
Preço: R$ 25. Endereço: Rua João Wyclif, 111. Aberto todos os dias 18h às 23h. Telefone: (43) 3322-7778.


Maximo Villa | Londrinando Burguer
Eis que o Instagram mais amado de Londrina se uniu com o Máximo Villa para participar do Festival do Baixa! E só podia dar bom, né? Em homenagem aos extintos carrinhos de lanche do terminal, eles criaram o Londrinando Burger, um lanchão para se lambuzar, com dois hambúrgueres, alface, duplo queijo prato, tomate, bacon, calabresa e ovo num pão com gergelim!
Preço: R$ 22,90. Endereço: Rua Paranaguá, 933. Aberto de terça a domingo, a partir das 17h30. Telefone: (43) 3351-4475.


Pizzaria Paranaguá | Calzone de Pé de Moleque
Além dos pioneiros de outros países, fazem parte da história de Londrina também os migrantes, que vieram para trabalhar nas lavouras de café! Com eles, trouxeram festas típicas e receitas incríveis que participam de nosso cardápio até hoje, como o Pé de Moleque que recheia o Calzone da Pizzaria Paranaguá!
Preço: R$ 10. Endereço: Rua Paranaguá, 1200. Aberto todos os dias (exceto terças), das 18h às 23h. Telefone: (43) 3321-7778.


Scottie Burguer Grill | London Burguer
De casa nova, o Scottie faz homenagem direta aos fundadores ingleses de nossa cidade. O London Burguer é feito com pão australiano, hambúrguer de angus, blue cheese, bacon crocante da casa, rúcula, tomate e cebolas assados na brasa! Equilíbrio perfeito de sabores!
Preço: R$ 25. Endereço: Garibaldi Deliberador, 800. Aberto todos os dias (exceto terças), a partir das 19h. Telefone: (43) 3342-5714.


Tavola Bar e Pizzeria | Pizza Tedesca
Tantos os alemães quanto os italianos tiveram papel fundamental no desenvolvimento de Londrina! Uma contribuição enorme na agricultura, na cultura e na gastronomia, é claro. Esta pizza mescla referências do melhor que cada etnia nos oferece! Feita com receita de família italiana, ela leva molho de tomate caseiro, mozzarella, rúcula, queijo pecorino e kassler (lombo de porco defumado), prato típico da culinária germânica!
Preço: R$ 23. Endereço: Rua Paranaguá, 955. Aberto de terça a quinta, a partir das 18h. Sextas e sábados, a partir das 19h. Telefone: (43) 3344-1686.


Terrane – Pizzaria & Trattoria | Risoto do Tio
O Chef Rodrigo traz as cores das Itália em um prato com sabores pés-vermelhíssimos! O risoto italiano ganha páprica e palmito – um dos ingredientes mais importantes para a economia local na época dos pioneiros – e vem acompanhado de um suculento filé mignon ao molho de café. Os sabores marcantes são finalizados com ervilhas, tomates e folhas frescas.
Preço: R$ 24,50. Endereço: Rua Ibiporã, 312. Aberto de terça a domingo, das 18h30 às 23h30. Telefone: (43) 3028-1020.

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Varanda Bar e Restaurante | Moelinha na Marmita
Um retorno digno às origens do Varanda é também uma volta às memórias gustativas, é um pulinho no passado, na época que comida boa era preparada com carinho e não só com ingredientes caros. A moela acebolada (que anda meio sumida dos botecos) é preparada com maestria e chega fervendo à mesa, dentro de uma marmita e acompanhada de um bom pão francês. Um brinde aos clássicos!
Preço: R$ 18,80. Endereço: Rua Espírito Santo, 1725. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 01h. Telefone: (43) 3321-9707.

(Com informações da assessoria de imprensa – Fotos Divulgação)


SERVIÇO
3° Festival do Baixa – Sabores Pé-Vermelho
De 10 de novembro até 10 de Dezembro
Informações no http://www.baixagastronomialondrina.com.br/

Projeto sobre Aracy de Almeida fará turnê Estadual

O projeto londrinense “Araca: Arquiduquesa do Encantado” está entre as iniciativas contempladas no 1º edital do Prêmio Arte Paraná. O prêmio é faz parte do programa estadual de fomento e incentivo à cultura, e selecionou 24 espetáculos de Circo, Dança, Música e Teatro, para circulação e apresentação em todo o Estado. O projeto sobre Aracy de Almeida está entre os 7 selecionados na área de Música, e fará 8 apresentações nos meses de novembro e dezembro, nas cidades de Ibiporã, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Cornélio Procópio e Apucarana. As datas e locais dos shows estão em fase de definição.

Da esquerda para a direita: André Mattos (clarineta), Lucas Dias (pandeiro), o ator Leonardo Capeletti, Silvia Borba (Voz), Guilherme Araujo (Bandolim dez cordas) e Osório Perez (violão sete cordas) – Foto: Anderson Coelho.
Da esquerda para a direita: André Mattos (clarineta), Lucas Dias (pandeiro), o ator Leonardo Capeletti, Silvia Borba (Voz), Guilherme Araujo (Bandolim dez cordas) e Osório Perez (violão sete cordas) – Foto: Anderson Coelho.

Para a cantora Sílvia Borba, idealizadora do projeto, a turnê estadual será uma oportunidade de levar ao conhecimento do público a trajetória de uma das vozes femininas mais emblemáticas do mundo do samba. “Aracy foi considerada a melhor intérprete de Noel Rosa e sua maneira de cantar foi elogiada por Mário de Andrade. Apesar de ser uma referência mítica na classe artística, o grande público muitas vezes desconhece sua importância na música brasileira. E o nosso projeto quer dar à Aracy o tratamento merecido como artista”, comenta a cantora.

Com uma hora de duração, o espetáculo tem o formato de um programa de rádio, um dos principais veículos da época. A montagem é resultado de mais de um ano de pesquisa dos músicos e a estreia aconteceu em julho deste ano. Desde então o grupo já fez 7 shows na cidade, através do patrocínio do Promic – Programa Municipal de Incentivo à Cultura. “Eu conhecia a Aracy de Almeida como jurada de programa de TV, e à medida que fui conhecendo a obra desta mulher, fiquei encantada com a vida e a importância dela para a Música Brasileira”, destaca Sílvia Borba. “Desde o início de 2015 começamos a estudar, lá pelo meio do ano houve a separação do repertório. Recebemos toda a discografia da cantora do colecionador Gilberto Inácio Gonçalves (De São Paulo que trabalha como cirurgião dentista), tudo no digital (centenas de faixas) e então fizemos uma seleção disso tudo. Inscrevemos o projeto no PROMIC, foi aprovado… e agora, até o final do ano cerca de 10 apresentações irão acontecer”, comentou a cantora à reportagem do RubroSom.

O retorno do público tem sido bastante positivo. “As pessoas ficam encantadas com a riqueza do repertório e com a beleza dos arranjos musicais. A história de Aracy, retratada no roteiro, também surpreende os espectadores”, comenta Sílvia. Para ela, a apresentação no Centro de Convivência do Idoso, no mês de outubro, foi a mais emocionante. “Dois casais se levantaram para dançar e depois fomos presenteados com um artesanato produzido pelos próprios idosos. Foi um show difícil de encerrar”, admite a cantora.

Em Londrina, a próxima apresentação acontece neste sábado (12), às 20 horas, no SESC Cadeião, com entrada gratuita. No palco, a cantora Sílvia Borba interpreta Aracy de Almeida, acompanhada pelos músicos Osório Perez, no violão sete cordas, André Mattos, na clarineta, Guilherme Araújo, no bandolim e Lucas Dias no pandeiro. A direção musical e os arranjos são de Paulo Vitor Poloni. O ator Leonardo Capeletti contracena com Sílvia Borba, sob a direção de Sílvio Ribeiro, também autor do roteiro. Os figurinos são assinados por Alex Lima. O projeto é patrocinado pelo Promic – Programa Municipal de Incentivo à Cultura, da Prefeitura de Londrina, e tem mais duas apresentações em Londrina até o final do ano.


Espetáculo:
12.11 (sábado) às 20 horas no SESC Cadeião – Rua Sergipe, 52. Entrada gratuita

Última sessão do ano – Peça em homenagem à Jardelina da Silva é apresentada nesta quarta

A atriz londrinense Camila Fontes, do grupo TOU Teatro, realiza nesta quarta (14) a última apresentação do ano do espetáculo solo “Sobre letras e gritos para salvar mundo – uma homenagem à Jardelina da Silva”, na Divisão de Artes Cênicas da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina.

O espetáculo trata-se de um encontro com as vozes e imagens de Jardelina da Silva, sergipana, brasileira, conselheira, poeta, "gritona". Figura muito conhecida nas ruas de Bela Vista do Paraíso, cidade do interior do Paraná - Foto: Marina Wang
O espetáculo trata-se de um encontro com as vozes e imagens de Jardelina da Silva, sergipana, brasileira, conselheira, muito conhecida nas ruas de Bela Vista do Paraíso, cidade do interior do Paraná – Foto: Marina Wang

O espetáculo se trata de um encontro com as vozes e imagens de Jardelina da Silva, conselheira, poeta, “gritona”. Figura muito conhecida nas ruas de Bela Vista do Paraíso, no Paraná, Jardelina tinha o dom das vozes proféticas, o dom de vesti-las. Passava da escuta das vozes à costura, da costura ao discurso gritado pelas ruas e, por fim, concluía seu ato com a fotografia. “Sobre letras e gritos para salvar mundo – uma homenagem à Jardelina da Silva” é uma homenagem que busca vestir alguns dos retratos, objetos e palavras de Jarda, como era carinhosamente conhecida.

A pesquisa e criação da peça é de Camila Fontes que contou ainda com a assessoria artística das atrizes e diretoras Raquel Scotti Hirson (LUME teatro – Unicamp/ Campinas-SP) e Thaís D'Abronzo (TOU e Curso de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Londrina), a qual também foi responsável pelo desenho de luz - Foto: Marina Wang
A pesquisa e criação da peça é de Camila Fontes que contou ainda com a assessoria artística das atrizes e diretoras Raquel Scotti Hirson (LUME teatro – Unicamp/ Campinas-SP) e Thaís D’Abronzo (TOU e Curso de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Londrina), a qual também foi responsável pelo desenho de luz – Foto: Marina Wang

A pesquisa e criação da peça é de Camila Fontes que contou ainda com a assessoria artística das atrizes e diretoras Raquel Scotti Hirson (LUME teatro – Unicamp/ Campinas-SP) e Thaís D’Abronzo (TOU e Curso de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Londrina), a qual também foi responsável pelo desenho de luz.

O grupo TOU atua na cidade de Londrina desde o ano de 1999. No ano passado, o grupo fechou sua sede, mas continua realizando produções através parcerias estabelecidas ao longo de 17 anos de trabalho. Atualmente o TOU tem apoio e realiza produções com a Divisão de Artes Cênicas (DAC) da Universidade Estadual de Londrina, e com o Lume Teatro, da Unicamp, em Campinas, que cedeu seu espaço para o desenvolvimento de uma das etapas do processo de criação do espetáculo no mês de julho. “Eu fui lá nas artes, não sabe? Eu sou vidente. Eu fui nas artes invisível. Tá tudo escrito lá. Essas letras tudo. Eu entro no retrato e assino o mundo. Tá saindo tudo as letra tudo os meu grito que eu falo. Agora não sei se é rei Messias, num sei se é governo, não sei quem é. Mas tudo que eu falo é o planeta.”- Jardelina da Silva.


Ficha técnica:

Pesquisa, criação e atuação: Camila Fontes
Assessoria Artística: Thais D’Abronzo (Tou Teatro) e Raquel Scotti Hirson (Lume Teatro)
Ilustração: Thaís Arcângelo
Desenho de Luz: Camila Fontes e Thais D’Abronzo
Equipe técnica: Rogério Francisco Costa, Thais D’Abronzo, Matheus Gasparini
Foto: Marina Wang
Produção: TOU Teatro
Realização: DAC – Divisão de Artes Cênicas/UEL e TOU Teatro
Apoio: Prosa – Cursos e Consultoria, Criattiva Turismo e Palito


Serviço:
Quando: 14 de Dezembro, às 20h
Onde: Divisão de Artes Cênicas – Casa de Cultura UEL
Entrada: Gratuita
Atenção: Retirada de convite uma hora antes se não tiver agendado a data antecipadamente com a produção.
Classificação indicativa: maiores de 16 anos.

Kinoclube exibe filme Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia

Dando continuidade à programação do Ciclo Hector Babenco feito pelo Kinoclube em Londrina, nesta terça-feira (26) será exibido o filme ‘Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia’ de 1976. A exibição acontece na Vila Cultural Kinoarte, localizada na Av. Faria Lima, 1399. A sessão começa às 19h30 e tem entrada gratuita.

O segundo filme do Ciclo dedicado ao cineasta argentino naturalizado brasileiro Hector Babenco é ‘Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia’, de 1976. A exibição acontece na terça, dia 26 de julho, na Vila Cultural Kinoarte. A sessão começa às 19h30 e tem entrada gratuita. O filme relata a trajetória do criminoso Lúcio Flávio, famoso bandido da década de 70 que se tornou nacionalmente conhecido pelos roubos a banco e fugas espetaculares, embora algumas cenas do filme sejam diferentes em relação aos acontecimentos reais. Dirigido por Hector Babenco em 1976, o filme é baseado no livro de José Louzeiro que é também coautor do roteiro.

O filme recebeu quatro Kikitos de Ouro nas categorias de Melhor Ator (Reginaldo Faria), Melhor Ator Coadjuvante (Ivan Cândido), Melhor Fotografia e Melhor Edição - Foto: Divulgação.
O filme recebeu quatro Kikitos de Ouro nas categorias de Melhor Ator (Reginaldo Faria), Melhor Ator Coadjuvante (Ivan Cândido), Melhor Fotografia e Melhor Edição – Foto: Divulgação.

O Diretor – Hector Babenco faleceu no dia 13 de julho, aos 70 anos. O cineasta é considerado um dos diretores de cinema mais importantes do Brasil. Dirigiu dez longas-metragens e foi indicado ao Oscar de direção em 1986, por “O Beijo da Mulher-Aranha”. Também foi responsável por filmes que foram marcos do cinema nacional, como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1976), “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980) e “Carandiru” (2003).

Seu último filme, “Meu Amigo Hindu”, foi lançado em 2015 e tem um roteiro biográfico – a história de um cineasta, interpretado pelo ator Williem Dafoe, que enfrenta diversar crises e uma luta contra um câncer. O próprio Babenco descobriu um câncer em 1990 e enfrentou uma luta de oito anos contra a doença.


Serviço
Kinoclube apresenta ‘Ciclo Hector Babenco’
Filme: “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977)
Data: 26 de julho de 2016
Hora: 19h30
Local: Vila Cultural Kinoarte – Rua Pref Faria Lima, 1399
Entrada Franca